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Thai from KJV -
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|Jonas 4:4|
และพระเยโฮวาห์ตรัสว่า "การที่เจ้าโกรธเช่นนี้ดีอยู่หรือ"
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|Jonas 4:5|
แล้วโยนาห์ก็ออกไปนอกนคร นั่งอยู่ทางทิศตะวันออกของเมืองนั้น และท่านทำเพิงไว้เป็นที่ท่านอาศัย ท่านนั่งอยู่ใต้ร่มเพิงคอยดูเหตุการณ์อันจะเกิดขึ้นกับนครนั้น
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6
|Jonas 4:6|
และพระเยโฮวาห์พระเจ้าทรงกำหนดให้ต้นละหุ่งต้นหนึ่งงอกขึ้นมาเหนือโยนาห์ ให้เป็นที่กำบังศีรษะของท่าน เพื่อให้บรรเทาความร้อนรุ่มกลุ้มใจในเรื่องนี้ เพราะเหตุต้นละหุ่งต้นนี้โยนาห์จึงมีความยินดียิ่งนัก
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7
|Jonas 4:7|
แต่ในเวลาเช้าวันรุ่งขึ้น พระเจ้าทรงกำหนดให้หนอนตัวหนึ่งมากัดกินต้นละหุ่งต้นนั้นจนมันเหี่ยวไป
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8
|Jonas 4:8|
ต่อมาเมื่อดวงอาทิตย์ขึ้นแล้ว พระเจ้าทรงกำหนดให้ลมตะวันออกที่ร้อนผากพัดมา และแสงแดดก็แผดลงบนศีรษะของโยนาห์จนท่านอ่อนเพลียไป และท่านนึกปรารถนาในใจที่จะตายเสีย จึงทูลขอว่า "ให้ข้าพระองค์ตายเสียก็ดีกว่าอยู่"
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9
|Jonas 4:9|
แต่พระเจ้าตรัสกับโยนาห์ว่า "ที่เจ้าโกรธเพราะต้นละหุ่งนั้นดีอยู่แล้วหรือ" ท่านทูลว่า "ที่ข้าพระองค์โกรธถึงอยากตายนี้ดีแล้ว พระเจ้าข้า"
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10
|Jonas 4:10|
และพระเยโฮวาห์ตรัสว่า "เจ้าสงสารต้นละหุ่งนั้น ซึ่งเจ้ามิได้ลงแรงปลูก หรือมิได้กระทำให้มันเจริญ มันงอกเจริญขึ้นในคืนเดียว แล้วก็ตายไปในคืนเดียวดุจกัน
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11
|Jonas 4:11|
ไม่สมควรหรือที่เราจะไว้ชีวิตเมืองนีนะเวห์นครใหญ่นั้น ซึ่งมีพลเมืองมากกว่าหนึ่งแสนสองหมื่นคน ผู้ไม่ทราบว่าข้างไหนมือขวาข้างไหนมือซ้าย และมีสัตว์เลี้ยงเป็นอันมากด้วย"
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva