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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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19
|Jó 9:19|
ถ้าข้ากล่าวถึงกำลัง ดูเถิด พระองค์ทรงมีฤทธิ์ ถ้าเป็นเรื่องการพิพากษา ใครจะนัดเวลาให้ข้าสู้คดีได้
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20
|Jó 9:20|
ถ้าข้าอ้างว่าตัวชอบธรรม ปากของข้าจะกล่าวโทษข้า ถ้าข้าอ้างว่าตัวดีรอบคอบ พระองค์จะพิสูจน์ว่าข้าบกพร่อง
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21
|Jó 9:21|
ถึงแม้ข้าดีรอบคอบ ข้าก็ไม่เข้าใจตัวข้าเอง ข้าจะเกลียดชีวิตของข้า
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22
|Jó 9:22|
ก็เหมือนกันหมด เพราะฉะนั้นข้าจึงว่า `พระองค์ทรงทำลายทั้งคนดีรอบคอบและคนชั่ว'
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23
|Jó 9:23|
เมื่อภัยพิบัตินำความตายมาโดยฉับพลัน พระองค์ทรงเยาะเย้ยความลำบากยากเย็นของผู้ไร้ผิด
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24
|Jó 9:24|
แผ่นดินโลกนี้ทรงมอบไว้ในมือของคนชั่ว พระองค์ทรงปิดหน้าบรรดาผู้วินิจฉัยโลก ถ้าไม่ใช่พระองค์ แล้วใครเล่า
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25
|Jó 9:25|
`วันทั้งหลายของข้าพระองค์เร็วกว่านักวิ่ง มันพ้นไป มันไม่เห็นสิ่งดีอะไร
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26
|Jó 9:26|
มันผ่านไปอย่างกับเรือเร็ว ดังนกอินทรีโฉบลงบนเหยื่อ
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27
|Jó 9:27|
ถ้าข้าพระองค์ว่า "ข้าจะลืมคำร้องทุกข์ของข้า ข้าจะทิ้งหน้าเศร้าของข้าเสีย และเบิกบาน"
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28
|Jó 9:28|
ข้าพระองค์เกิดกลัวบรรดาความทุกข์ของข้าพระองค์ เพราะข้าพระองค์ทราบว่าพระองค์จะไม่ถือว่าข้าพระองค์ไร้ผิด
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva