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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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1
|Jó 13:1|
ดูเถิด ตาของข้าได้เห็นสิ่งทั้งหมดนี้แล้ว หูของข้าได้ยินและเข้าใจเรื่องนี้แล้ว
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2
|Jó 13:2|
อะไรที่ท่านทั้งหลายรู้ ข้าก็รู้ด้วย ข้าไม่ด้อยกว่าท่าน
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3
|Jó 13:3|
แต่ข้าจะใคร่ทูลต่อองค์ผู้ทรงมหิทธิฤทธิ์ และปรารถนาจะสู้คดีของข้ากับพระเจ้า
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4
|Jó 13:4|
ส่วนท่าน ท่านฉาบเสียด้วยการมุสา ท่านทั้งปวงเป็นแพทย์ที่ใช้ไม่ได้
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5
|Jó 13:5|
โอ ท่านน่าจะนิ่งเสีย และความนิ่งนั้นจะเป็นสติปัญญาของท่าน
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6
|Jó 13:6|
บัดนี้ขอฟังการหาเหตุผลของข้า และขอฟังคำวิงวอนแห่งริมฝีปากของข้า
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7
|Jó 13:7|
ท่านทั้งหลายจะพูดชั่วร้ายเพื่อพระเจ้าหรือ และพูดลวงเพื่อพระองค์หรือ
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8
|Jó 13:8|
ท่านทั้งหลายจะแสดงความลำเอียงเข้าข้างพระองค์หรือ ท่านจะว่าความฝ่ายพระเจ้าหรือ
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9
|Jó 13:9|
เมื่อพระองค์ทรงค้นท่านพบ จะดีแก่ท่านไหม หรือท่านจะเยาะเย้ยพระองค์ได้อย่างผู้หนึ่งผู้ใดเยาะเย้ยมนุษย์หรือ
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10
|Jó 13:10|
พระองค์จะทรงตำหนิท่านทั้งหลายแน่ ถ้าท่านแสดงความลำเอียงอย่างลับๆ
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva