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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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27
|Jó 34:27|
เพราะว่าเขาทั้งหลายหันกลับเสียจากการติดตามพระองค์ และไม่นับถือมรรคาของพระองค์แต่อย่างใดเลย
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28
|Jó 34:28|
เหตุนี้เขาจึงกระทำให้เสียงร้องของคนยากจนมาถึงพระองค์ และพระองค์ทรงฟังเสียงร้องของผู้รับความทุกข์ใจ
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29
|Jó 34:29|
เมื่อพระองค์ทรงประทานความสงบให้ ใครจะสร้างความยุ่งยากได้ เมื่อพระองค์ทรงซ่อนพระพักตร์ของพระองค์ ใครจะเห็นพระองค์ได้ ไม่ว่าจะทำแก่ประชาชาติหรือแก่บุคคลก็เหมือนกัน
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30
|Jó 34:30|
เพื่อว่าคนหน้าซื่อใจคดจะไม่ได้ครอบครอง และเขาจะไม่วางกับดักประชาชน
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|Jó 34:31|
เพราะเป็นสิ่งเหมาะสมที่จะร้องทูลพระเจ้าว่า `ข้าพระองค์ได้รับการตีสอนแล้ว ข้าพระองค์จะไม่ทำผิดต่อไปอีก
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|Jó 34:32|
ขอทรงโปรดสอนข้าพระองค์ถึงสิ่งที่ข้าพระองค์มองไม่เห็น ถ้าข้าพระองค์กระทำความชั่วช้า ข้าพระองค์จะไม่กระทำอีก'
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|Jó 34:33|
การตอบสนองของพระองค์จะต้องเป็นอย่างที่ท่านต้องการหรือ ท่านจึงไม่รับ ท่านเองต้องเลือก และไม่ใช่ข้าพเจ้า เหตุฉะนั้นท่านมีความคิดเห็นอย่างไร ก็พูดไปเถิด
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34
|Jó 34:34|
จงให้คนที่เข้าใจพูดกับข้าพเจ้า และให้คนฉลาดฟังข้าพเจ้า
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|Jó 34:35|
โยบพูดอย่างไม่มีความรู้ ถ้อยคำของเขาปราศจากสติปัญญา
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|Jó 34:36|
ข้าพเจ้าปรารถนาให้โยบถูกทดลองต่อไปถึงที่สุด เพราะว่าเขาตอบเหมือนอย่างคนชั่ว
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva