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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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24
|Jó 36:24|
จงระลึกถึงที่จะยกย่องพระราชกิจของพระองค์ ซึ่งมนุษย์ได้เห็นนั้น
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25
|Jó 36:25|
มนุษย์ทั้งปวงเพ่งดูสิ่งนั้นอยู่แล้ว มนุษย์เห็นสิ่งนั้นได้แต่ไกล
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26
|Jó 36:26|
ดูเถิด พระเจ้านั้นใหญ่ยิ่ง และเราก็หาหยั่งรู้ถึงพระองค์ไม่ อายุของพระองค์เป็นสิ่งที่ค้นหากันไม่ได้
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27
|Jó 36:27|
เพราะพระองค์ทรงดึงหยดน้ำขึ้นไป ซึ่งตกลงเป็นฝนจากไอน้ำของพระองค์
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28
|Jó 36:28|
ซึ่งเมฆก็เทลงมา และหยดลงที่มนุษย์อย่างอุดม
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29
|Jó 36:29|
เออ มีคนใดเข้าใจการแผ่ของเมฆหรือ และการคะนองแห่งพลับพลาของพระองค์หรือ
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30
|Jó 36:30|
ดูเถิด พระองค์ทรงกระจายฟ้าแลบออกไปรอบพระองค์และคลุมก้นของทะเล
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31
|Jó 36:31|
เพราะพระองค์ทรงพิพากษาชนชาติทั้งหลายด้วยสิ่งนี้ พระองค์ประทานอาหารอย่างอุดมสมบูรณ์
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32
|Jó 36:32|
พระองค์ทรงคลุมฟ้าแลบด้วยเมฆ และทรงบัญชาให้เมฆบังฟ้าแลบนั้น
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33
|Jó 36:33|
เสียงครืนๆของมันประกาศเกี่ยวกับพระองค์ และฝูงสัตว์ก็ประกาศเกี่ยวกับพายุซึ่งจะมาถึง"
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva