-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
-
20
|Números 35:20|
Se alguém empurrar a outrem com ódio ou com mau intento lançar contra ele alguma coisa, e ele morrer,
-
21
|Números 35:21|
ou, por inimizade, o ferir com a mão, e este morrer, será morto aquele que o feriu; é homicida; o vingador do sangue, ao encontrar o homicida, matá-lo-á.
- Privilégios oferecidos pelas cidades de refúgio
-
22
|Números 35:22|
Porém, se o empurrar subitamente, sem inimizade, ou contra ele lançar algum instrumento, sem mau intento,
-
23
|Números 35:23|
ou, não o vendo, deixar cair sobre ele alguma pedra que possa causar-lhe a morte, e ele morrer, não sendo ele seu inimigo, nem o tendo procurado para o mal,
-
24
|Números 35:24|
então, a congregação julgará entre o matador e o vingador do sangue, segundo estas leis,
-
25
|Números 35:25|
e livrará o homicida da mão do vingador do sangue, e o fará voltar à sua cidade de refúgio, onde se tinha acolhido; ali, ficará até à morte do sumo sacerdote, que foi ungido com o santo óleo.
-
26
|Números 35:26|
Porém, se, de alguma sorte, o homicida sair dos limites da sua cidade de refúgio, onde se tinha acolhido,
-
27
|Números 35:27|
e o vingador do sangue o achar fora dos limites dela, se o vingador do sangue matar o homicida, não será culpado do sangue.
-
28
|Números 35:28|
Pois deve ficar na sua cidade de refúgio até à morte do sumo sacerdote; porém, depois da morte deste, o homicida voltará à terra da sua possessão.
-
29
|Números 35:29|
Estas coisas vos serão por estatuto de direito a vossas gerações, em todas as vossas moradas.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 32-33
20 de maio LAB 506
EM TEMPO DE CRISE
2Crônicas 32-33
Ontem, comentei sobre Ezequias e tudo de bom que ele foi e fez. Porém, como nada é perfeito, na leitura de hoje, encontramos um problemão que Ezequias enfrentou. Desafio-lhe a complementar e entender melhor essa história em 2Reis 18-19.
Depois que Ezequias e o povo estavam há anos pagando impostos aos assírios - o povo que dominava a região, na época - e Ezequias ter então decidido se rebelar, os assírios vieram com tudo para cima deles. O profeta Isaías avisou Ezequias para ficar “bonzinho” (Isaías 30-313), mas ele não quis dar ouvidos! Os assírios, súditos de Senaqueribe, vieram do norte massacrando o reino de Israel, deixando terror e destruição por onde passavam. E agora estavam batendo à porta dos judeus. Quando se viu ameaçado, Ezequias mudou de ideia rapidamente e enviou o imposto que devia, mas aí não adiantava mais. Havia muitas taxas devido às multas de atraso.
Senaqueribe exigiu que os judeus se rendessem completamente. Novamente, Ezequias se recusou a fazer. A impressão que temos é de que houve duas invasões assírias, mas não é possível definir isso direito no texto bíblico. Não se sabe ao certo onde terminaria uma e começaria a outra. Mas num desses ataques, os assírios fizeram uma advertência aos judeus, dizendo que nem Deus os salvaria.
As palavras de Senaqueribe pareciam convincentes, pois nenhum dos deuses das outras nações tinha livrado ninguém das mãos dos poderosos assírios. Então, o que iria fazer os judeus pensarem que Seu Deus faria algo melhor por eles?
“Não ouçam Ezequias; rendam-se a mim e livrem-se do mesmo destino que tiveram esses outros que confiaram em seus deuses.” Imagine que você fosse um dos judeus dentro dos muros da cidade, tendo do lado de fora um exército numeroso e feroz, zombando do seu Deus e oferecendo promessas maravilhosas, desde que se rendesse. Mas, “o povo permaneceu calado e nada disse em resposta, pois o rei tinha ordenado: Não lhe respondam” (2Reis 18:36). Suponha que, no lugar de Ezequias, fosse o rei Acaz ou Jeorão, que tinham estado em profunda apostasia e liderado o povo assim. Judá estaria tão disposto a obedecer? Por que Ezequias conseguiu que eles confiassem nele e nas promessas de libertação de Deus? Perceba o papel que a reforma de Ezequias teve em ajudar a fortalecer a fé do povo de que Deus os livraria. O resultado seria diferente se não tivesse o reavivamento.
A sabedoria espiritual para discernir entre o certo e o errado na hora da crise não chega na hora da crise. Ela é adquirida antes, na proporção do quanto buscamos a Deus nos tempos de paz.
Valdeci Júnior
Fátima Silva