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João Ferreira de Almeida Atualizada -
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|Esdras 4:1|
Ora, ouvindo os adversários de Judá e de Benjamim que os que tornaram do cativeiro edificavam o templo ao Senhor, Deus de Israel,
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|Esdras 4:2|
chegaram-se a Zorobabel e aos chefes das casas paternas, e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco; pois, como vós, buscamos o vosso Deus; como também nós lhe temos sacrificado desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir para aqui.
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3
|Esdras 4:3|
Responderam-lhes, porém, Zorobabel e Jesuá e os outros chefes das casas paternas de Israel: Não convém que vós e nós edifiquemos casa a nosso Deus: mas nós sozinhos a edificaremos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia.
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4
|Esdras 4:4|
Então o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judá, e os inquietava, impedindo-os de edificar;
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|Esdras 4:5|
e assalariaram contra eles conselheiros para frustrarem o seu plano, por todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até o reinado de Dario, rei da Pérsia.
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6
|Esdras 4:6|
No reinado de Assuero, no princípio do seu reino, escreveram uma acusação contra os habitantes de Judá e de Jerusalém.
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7
|Esdras 4:7|
Também nos dias de Artaxerxes escreveram Bislão, Mitredate, Tabeel, e os companheiros destes, a Artaxerxes, rei da Pérsia; e a carta foi escrita em caracteres aramaicos, e traduzida na língua aramaica.
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|Esdras 4:8|
Reum, o comandante, e Sinsai, o escrivão, escreveram uma carta contra Jerusalém, ao rei Artaxerxes, do teor seguinte,
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9
|Esdras 4:9|
isto é, escreveram Reum, o comandante, Sinsai, o escrivão, e os seus companheiros, os juízes, os governadores, os oficiais, os persas, os homens de Ereque, os babilônios, os susanquitas, isto é, os elamitas,
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10
|Esdras 4:10|
e as demais nações que o grande e afamado Osnapar transportou, e que fez habitar na cidade de Samária e no restante da província dalém do Rio.
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Sugestões

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23 de maio LAB 509
“FELIZ PÁSCOA” ATRASADO? NÃO!
Esdras 04-06
Ontem começamos a ler o livro de Esdras e já lemos praticamente um terço dele. Sua leitura é bem rápida. Até amanhã, já teremos lido o livro inteiro. Então, para não perder o pique, anote os capítulos que você deve ler neste dia.
No relato de hoje, há muitos fatos importantes, mas um dos mais destacados é a celebração da Páscoa. E quando você ler sobre essa Páscoa aí de Esdras, verá que ela é muito diferente ou, eu até diria, que não tem nada a ver com a Páscoa que é celebrada atualmente no nosso mundo moderno. Por quê?
Bem, estamos no dia 23 de maio, e a Páscoa já passou. Mas como a comemoração da Páscoa hoje em dia não está relacionada com a verdadeira origem da Páscoa, quero aproveitar nossa leitura para falar sobre o assunto e fazer alguns comentários sobre essa celebração. Afinal, a proposta do nosso programa não é comentar o calendário cívico, mas sim a leitura bíblica do dia.
Tem gente que pergunta: “É certo comemorar a Páscoa?” O que você acha? Particularmente, creio, com toda convicção, que sim, porque Jesus a comemorou. Podemos confirmar isso em Lucas 2:41-43, Mateus 26:18-30 e João 13-17. Agora, qual é a verdadeira comemoração da páscoa?
Em Mateus 26:17 em diante, é narrada a celebração da última Páscoa em que Jesus participou com Seus discípulos. A partir do verso 26, está a instituição dela por Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo pão, sua carne, e pelo vinho, seu sangue, que Ele derramaria no Calvário para remissão dos pecados de muitos.
A Páscoa cristã, na verdade, é celebrada no coração de cada cristão que oferece a Deus sua própria vida, salva pelo Cordeiro Divino, que tem vida eterna em Si mesmo, podendo assim, ser o cordeiro de toda família humana que O aceite como tal. Temos como agir assim sempre. Por isso há um texto sobre a Páscoa na leitura de hoje e, mesmo fora da data do calendário, chamo sua atenção para a verdadeira páscoa, que é ter Jesus no coração.
Em 1Coríntios 5:7-8, está escrito: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa. ... Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.” Na Páscoa cristã, quando temos recebido Jesus como nosso cordeiro pascal, devemos estar conscientes de que também somos peregrinos apenas de passagem por esta Terra e aguardamos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1 e 2Pedro 3:13). Amém!
Valdeci Júnior
Fátima Silva