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João Ferreira de Almeida Atualizada -
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|Esdras 7:1|
Ora, depois destas coisas, no reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, Esdras, filho de Seraías, filho de Azarias, filho de Hilquias,
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2
|Esdras 7:2|
filho de Salum, filho de Zadoque, filho de Aitube,
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3
|Esdras 7:3|
filho de Amarias, filho de Azarias, filho de Meraiote,
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4
|Esdras 7:4|
filho de Zeraías, filho de Uzi, filho de Buqui,
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5
|Esdras 7:5|
filho de Abisua, filho de Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sumo sacerdote -
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6
|Esdras 7:6|
este Esdras subiu de Babilônia. E ele era escriba hábil na lei de Moisés, que o Senhor Deus de Israel tinha dado; e segundo a mão de Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe deu tudo quanto lhe pedira.
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7
|Esdras 7:7|
Também subiram a Jerusalém alguns dos filhos de Israel, dos sacerdotes, dos levitas, dos cantores, dos porteiros e dos netinins, no sétimo ano do rei Artaxerxes.
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8
|Esdras 7:8|
No quinto mês Esdras chegou a Jerusalém, no sétimo ano deste rei.
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|Esdras 7:9|
Pois no primeiro dia do primeiro mês ele partiu de Babilônia e no primeiro dia do quinto mês chegou a Jerusalém, graças à mão benéfica do seu Deus sobre ele.
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|Esdras 7:10|
Porque Esdras tinha preparado o seu coração para buscar e cumprir a lei do Senhor, e para ensinar em Israel os seus estatutos e as suas ordenanças.
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Sugestões

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30 de agosto LAB 608
VELHO SISTEMA
Ezequiel 08-10
O texto bíblico proposto para hoje me fez pensar no perigo que ainda cerca, da idolatria. Talvez você não o perceba apenas porque ele tenha trocado de roupas, mas ele está aí. Isso me fez lembrar de um ótimo artigo – “Novos Ídolos, Velho Sistema” – do Felipe Lemos, que li há um tempo atrás, e que quero compartilhar aqui com você, de forma resumida.
Na opinião desse jornalista, a sociedade que busca referências de todos os tipos, nem que seja para justificar seu modo de ser, não consegue viver sem que alguns indivíduos funcionem como parâmetros para seus comportamentos. Nem que esses parâmetros não sejam os melhores no que diz respeito à qualidade de vida, fortalecimento dos laços familiares ou espiritualidade.
E esse blogueiro então nos faz lembrar da morte de Michael Jackson, que levou alguns a uma rápida reflexão sobre a brevidade da vida. Mas depois de pouco tempo essas mesmas pessoas não se lembrarão mais dos fatos que circundaram a morte de Jackson. Nem se preocuparão mais com a necessidade de repensar seus valores e princípios pessoais. E muitos irão atrás de novos ídolos, novas pessoas nas quais irão fundamentar seus sonhos, desejos, aspirações, enfim, novos ícones para os quais devotarão boa parte de seu tempo, recursos e capacidade intelectual. O velho sistema retornará na vida de tantos que poderiam ter uma nova perspectiva. Como eu lhe disse, o que muda é apenas a roupagem.
Concordamos que na Bíblia há um complemento à lamentação de Ezequiel pela idolatria: não ameis o mundo, nem o que há no mundo; o mundo passa, junto com a sua libertinagem, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Quem escreveu este suplemento foi João, o apóstolo, apresentando-nos a grande contradição. Pois a sociedade parece entender que a morte de “ídolos” afeta apenas um pouco, mas que as repercussões vão passar e todos poderão continuar vivendo despretensiosamente da mesma forma sem se preocupar com o amanhã, com valores, com regras, com normas, com princípios, porque vão surgir outros nomes para ocupar espaço em seu lugar e o velho sistema de amor aos ícones continuará. Por outro lado, a Bíblia ensina que todas essas coisas vão passar. Como passou em relação a Michael Jackson. Os que permanecem são aqueles que fazem a vontade de Deus.
Apegar-se ao Senhor é uma real garantia. Não é algo passageiro, transitório, efêmero. Claro que a morte chegará a muitos que lêem esse texto, mas a maneira como estiver nosso amor é que vai fazer a diferença. A quem amamos? O mundo ou Deus? Uma indagação com dupla possibilidade de resposta.
Fonte: www.felipelemos.blogspot.com – adaptado.
Valdeci Júnior
Fátima Silva