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João Ferreira de Almeida Atualizada -
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|Esdras 2:50|
os filhos de Asná, os filhos de Meunim, os filhos dos nefusins,
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|Esdras 2:51|
os filhos de Baquebuque, os filhos de Hacufa, os filhos de Hurur,
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|Esdras 2:52|
os filhos de Bazlute, os filhos de Meída, os filhos de Harsa,
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|Esdras 2:53|
os filhos de Barcos, os filhos de Sísera, os filhos de Tamá,
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|Esdras 2:54|
os filhos de Nezias, os filhos de Hatifa.
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55
|Esdras 2:55|
Os filhos dos servos de Salomão: os filhos de Sotai, os filhos de Soferete, os filhos de Peruda,
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|Esdras 2:56|
os filhos de Jaalá, os filhos de Darcom, os filhos de Gidel,
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57
|Esdras 2:57|
os filhos de Sefatias, os filhos de Hatil, os filhos de Poquerete-Hazebaim os filhos de Ami.
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58
|Esdras 2:58|
Todos os netinins e os filhos dos servos de Salomão foram trezentos e noventa e dois.
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|Esdras 2:59|
Estes foram os que subiram de Tel-Mela, de Tel-Harsa, de Querube, de Adã e de Imer; porém não puderam provar que as suas casas paternas e sua linhagem eram de Israel:
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Sugestões

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30 de julho LAB 577
BLÁ-BLÁ-BLÁ
Isaías 27-29
“Porque é mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali.” Você já usou esse verso para ensinar sobre algum método de como devemos estudar a Bíblia? Sim? Então, peça perdão a Deus, porque torceu o sentido do texto bíblico. Estou falando isso, porque tem gente que pega Isaías 28:10 para argumentar que a Bíblia está mandando estudar o texto sagrado de forma salpicada, pegando um pedacinho em cada canto para defender uma ideia. Mas, se fosse assim, onde estaria o valor do estudo textual da Palavra de Deus?
É claro que o estudo sistemático da Bíblia é muito importante e que, para estudá-la por assunto, é preciso vasculhá-la para juntar tudo o que ela diz. Mas, por favor, ninguém precisa usar Isaías 28:10 para defender isso. Não precisamos pôr na boca do profeta o que ele não disse. É só lermos o capítulo inteiro, olharmos os versos que vêm antes e depois e veremos que o sentido do texto é exatamente o contrário, uma zombaria.
Como assim? Explico: na realidade, no original hebraico, o que temos são algumas palavras que praticamente não dá para traduzir. É uma verdadeira onomatopéia que, para nós que falamos português, não passa de sons sem sentido: “sav lasav sav lasav / kav lakav kav lakav.” Isso era uma imitação zombadora das palavras do profeta Isaías.
Naquela época, os líderes religiosos não faziam seu trabalho. Viviam bêbados. Nesse caso, o significado de “bêbado” pode, também, indicar cegueira espiritual. Quando Isaías chegou trazendo a mensagem do Senhor, eles começaram a caçoar dele: “O que esse profetinha aí está falando pra lá e pra cá? Um monte de asneira?” Esse é o sentido de Isaías 28:10, uma zombaria que estavam fazendo com a pregação de Isaías.
Inclusive, a ferramenta de Estudo Bíblico Strong deixa claro que isso foi usado em zombaria para arremedar as palavras de Isaías, e não pode, jamais, ser usado como um mandamento divino verdadeiro. Para mim, a melhor tradução dessa imitação onomatopaica das palavras de Isaías (na cabeça deles) seria: “beabá, blá-blá-blá, beabá, blá-blá-blá para todo lado.”
Ou seja, a simplicidade da amorosa mensagem divina estava desprezada. Os bêbados de Judá compararam a mensagem de Isaías como conversa para crianças. A Bíblia na Linguagem de Hoje, que em muitos pontos é uma das Bíblias mais teológicas que temos, traduz o verso com muita alegria, quando diz: “Ele está pensando que nós somos crianças e quer nos ensinar o beabá.” Essa era a triste conclusão dos amigos ouvintes do pregador Isaías que, infelizmente, iriam colher consequências amargas por causa desse desprezo para com as profecias.
Não despreze-as, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva