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João Ferreira de Almeida Corrigida e Revisada, Fiel -
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|Rute 4:1|
E Boaz subiu à porta, e assentou-se ali; e eis que o remidor de que Boaz tinha falado ia passando, e disse-lhe: O fulano, vem cá, assenta-te aqui. E desviou-se para ali, e assentou-se.
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|Rute 4:2|
Então tomou dez homens dos anciãos da cidade, e disse: Assentai-vos aqui. E assentaram-se.
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3
|Rute 4:3|
Então disse ao remidor: Aquela parte da terra que foi de Elimeleque, nosso irmão, Noemi, que tornou da terra dos moabitas, está vendendo.
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4
|Rute 4:4|
E eu resolvi informar-te disso e dizer-te: Compra-a diante dos habitantes, e diante dos anciãos do meu povo; se a hás de redimir, redime-a, e se não houver de redimir, declara-mo, para que o saiba, pois outro não há senão tu que a redima, e eu depois de ti. Então disse ele: Eu a redimirei.
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|Rute 4:5|
Disse porém Boaz: No dia em que comprares a terra da mão de Noemi, também a comprarás da mão de Rute, a moabita, mulher do falecido, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herança.
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6
|Rute 4:6|
Então disse o remidor: Para mim não a poderei redimir, para que não prejudique a minha herança; toma para ti o meu direito de remissão, porque eu não a poderei redimir.
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7
|Rute 4:7|
Havia, pois, já de muito tempo este costume em Israel, quanto a remissão e permuta, para confirmar todo o negócio; o homem descalçava o sapato e o dava ao seu próximo; e isto era por testemunho em Israel.
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8
|Rute 4:8|
Disse, pois, o remidor a Boaz: Toma-a para ti. E descalçou o sapato.
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|Rute 4:9|
Então Boaz disse aos anciãos e a todo o povo: Sois hoje testemunhas de que tomei tudo quanto foi de Elimeleque, e de Quiliom, e de Malom, da mão de Noemi,
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10
|Rute 4:10|
E de que também tomo por mulher a Rute, a moabita, que foi mulher de Malom, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herança, para que o nome do falecido não seja desarraigado dentre seus irmãos e da porta do seu lugar; disto sois hoje testemunhas.
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Sugestões

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07 de março LAB 432
SUA VIDA É IMPORTANTE
Deuteronômio 32-34
Em que tipo de lugares costumamos visitar quando estamos de férias? Bem, vamos às lojas para fazer compras ou, se não tiver dinheiro para, pelo menos, ver os produtos. Também vamos à praia, serra, beira de um rio ou então para algum outro lugar de retiro, como uma chácara, fazenda, sítio. Para onde mais? Existem aqueles que podem e gostam de conhecer lugares novos, há os que passeiam...
Ah, mas eu estava esquecendo, talvez, do mais importante: a casa dos amigos e parentes. Esse não é um ótimo lugar para ir? E por falar em casas de parentes, quando saio férias, costumo visitar muitos parentes. Porém, no meio da agenda de visitar a casa de um e de outro, tenho uma parada obrigatória. Parada no cemitério! É isso mesmo que você leu. O cemitério que fica na terra dos parentes é um lugar importante, porque é ali onde estão as sepulturas de algumas pessoas que são importantes para mim. Ir lá, lembrar-me daquelas pessoas, conversar um pouquinho sobre elas, rever suas tumbas, tirar uma foto, fazer uma filmagem, refletir um pouquinho sobre a vida e fazer uma oração, agradecendo a Deus pela minha vida, é uma parada obrigatória. As férias e a vida não são compostas só de festejos regateiros. Esses momentos reflexivos fazem parte também.
A leitura de hoje mostra que quando o povo de Israel estava saindo de férias, entre canções festivas e pronunciamento de bênçãos, eles tiveram uma parada obrigatória. Aliás, duas paradas. O texto parece que quebra a sequência, bruscamente, para falar da morte de Moisés. E o interessante é que no relato bíblico de hoje, fala duas vezes da morte dele. Por quê?
Talvez eu não saiba exatamente o porquê principal disso, mas sei que a morte de Moisés não foi um assunto secundário, não foi algo passageiro na mente de quem escreveu a Bíblia. Ela foi tão marcante, que a Bíblia praticamente chega a redundar o relato. Para mim, é como se eu estivesse andando de carro, de férias, numa boa, passeando, feliz da vida e, de repente, parasse em frente ao cemitério. Daí alguém perguntaria: “Mas é hora para isso, em plenas férias?” Eu responderia que sim, que é muito importante pra mim, pois trata-se da perda e da memória de alguém que é muito importante.
É assim que Deus considera Seus filhos, que se dedicam a trabalhar para Ele e entregam a vida nas mãos dEle. São muito importantes, a ponto de tratar do seu nome com respeito até depois que a vida acaba. Porque, um dia, na eternidade, a vida vai continuar numa importância maior ainda.
Valdeci Júnior
Fátima Silva