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Tagalog - Ang Dating Biblia (1905) -
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31
|Neemias 12:31|
Nang magkagayo'y isinampa ko ang mga prinsipe sa Juda sa ibabaw ng kuta, at akin silang pinapagdalawang malaking pulutong na nangagpasalamat at nagsiyaong sunodsunod; na ang isa'y lumalakad sa kanan sa ibabaw ng kuta sa dako ng pintuang-bayan ng tapunan ng dumi;
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32
|Neemias 12:32|
At sumusunod sa kanila si Osaias, at ang kalahati sa mga prinsipe sa Juda,
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33
|Neemias 12:33|
At si Azarias, si Ezra, at si Mesullam,
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34
|Neemias 12:34|
Si Juda, at si Benjamin, at si Semaias, at si Jeremias,
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35
|Neemias 12:35|
At ang iba sa mga anak ng mga saserdote na may mga pakakak: si Zacarias na anak ni Jonathan, na anak ni Semaias, na anak ni Mathanias, na anak ni Micaya, na anak ni Zacur, na anak ni Asaph;
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36
|Neemias 12:36|
At ang kaniyang mga kapatid, na si Semaias, at si Azarel, si Milalai, si Gilalai, si Maai, si Nathanael, at si Juda, si Hanani, na may mga panugtog ng tugtugin ni David na lalake ng Dios; at si Ezra na kalihim ay nasa unahan nila:
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37
|Neemias 12:37|
At sa tabi ng pintuang-bayan ng bukal, at nagtuwid sila sa harapan nila, na sila'y nagsisampa sa mga baytang ng bayan ni David sa sampahan sa kuta, sa ibabaw ng bahay ni David, hanggang sa pintuang-bayan ng tubig sa dakong silanganan.
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38
|Neemias 12:38|
At ang isang pulutong nila na nagpapasalamat ay yumaong sinalubong sila, at ako'y sa hulihan nila, na kasama ko ang kalahati ng bayan sa ibabaw ng kuta, sa itaas ng moog ng mga hurno, hanggang sa maluwang na kuta;
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39
|Neemias 12:39|
At sa ibabaw ng pintuang-bayan ng Ephraim, at sa matandang pintuang-bayan at sa pintuang-bayan ng mga isda, at sa moog ng Hananel, at sa moog ng Meah, hanggang sa pintuang-bayan ng mga tupa: at sila'y nagsitayong nangakatigil sa pintuang-bayan ng bantay.
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40
|Neemias 12:40|
Sa gayo'y nagsitayo ang dalawang pulutong nila na nangagpasalamat sa bahay ng Dios, at ako, at ang kalahati sa mga pinuno na kasama ko.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva