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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Tagalog - Ang Dating Biblia (1905) -
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10
|Números 13:10|
Sa lipi ni Zabulon, ay si Gaddiel na anak ni Sodi.
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11
|Números 13:11|
Sa lipi ni Jose, sa makatuwid baga'y sa lipi ni Manases, ay si Gaddi na anak ni Susi.
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12
|Números 13:12|
Sa lipi ni Dan, ay si Ammiel na anak ni Gemalli.
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13
|Números 13:13|
Sa lipi ni Aser, ay si Sethur, na anak ni Michael.
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14
|Números 13:14|
Sa lipi ni Nephtali, ay si Nahabi na anak ni Vapsi.
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15
|Números 13:15|
Sa lipi ni Gad, ay si Geuel na anak ni Machi.
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16
|Números 13:16|
Ito ang mga pangalan ng mga lalake na sinugo ni Moises upang tiktikan ang lupain. At tinawag ni Moises na Josue ang anak ni Nun na si Oseas.
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17
|Números 13:17|
At sinugo sila ni Moises upang tiktikan ang lupain ng Canaan, at sinabi sa kanila, Sumampa kayo rito sa dakong Timugan at umakyat kayo sa mga bundok:
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18
|Números 13:18|
At tingnan ninyo ang lupain, kung ano; at ang bayan na tumatahan doon, kung sila'y malakas o mahina, kung sila'y kaunti o marami;
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19
|Números 13:19|
At kung ano ang lupain na kanilang tinatahanan, kung mabuti o masama; at kung ano ang mga bayan na kanilang tinatahanan, kung sa mga kampamento, o sa mga nakukutaan;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva