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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|1 Samuel 8:1|
Now when Samuel was old, he made his sons judges over Israel.
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2
|1 Samuel 8:2|
The name of his first son was Joel and the name of his second Abijah: they were judges in Beer-sheba.
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3
|1 Samuel 8:3|
And his sons did not go in his ways, but moved by the love of money took rewards, and were not upright in judging.
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4
|1 Samuel 8:4|
Then all the responsible men of Israel got together and went to Samuel at Ramah,
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5
|1 Samuel 8:5|
And said to him, See now, you are old, and your sons do not go in your ways: give us a king now to be our judge, so that we may be like the other nations.
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6
|1 Samuel 8:6|
But Samuel was not pleased when they said to him, Give us a king to be our judge. And Samuel made prayer to the Lord.
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7
|1 Samuel 8:7|
And the Lord said to Samuel, Give ear to the voice of the people and what they say to you: they have not been turned away from you, but they have been turned away from me, not desiring me to be king over them.
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8
|1 Samuel 8:8|
As they have done from the first, from the day when I took them out of Egypt till this day, turning away from me and worshipping other gods, so now they are acting in the same way to you.
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9
|1 Samuel 8:9|
Give ear now to their voice: but make a serious protest to them, and give them a picture of the sort of king who will be their ruler.
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10
|1 Samuel 8:10|
And Samuel said all these words of the Lord to the people who were desiring a king.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva