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Basic English Bible -
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1
|Ageu 2:1|
In the seventh month, on the twenty-first day of the month, the word of the Lord came by Haggai the prophet, saying,
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2
|Ageu 2:2|
Say now to Zerubbabel, the son of Shealtiel, ruler of Judah, and to Joshua, the son of Jehozadak, the high priest, and to the rest of the people,
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3
|Ageu 2:3|
Who is there still among you who saw this house in its first glory? and how do you see it now? is it not in your eyes as nothing?
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4
|Ageu 2:4|
But now be strong, O Zerubbabel, says the Lord; and be strong, O Joshua, son of Jehozadak, the high priest; and be strong, all you people of the land, says the Lord, and get to work: for I am with you, says the Lord of armies:
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5
|Ageu 2:5|
The agreement which I made with you when you came out of Egypt, and my spirit, are with you still; have no fear.
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6
|Ageu 2:6|
For this is what the Lord of armies has said: In a short time I will make a shaking of the heavens and the earth and the sea and the dry land;
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7
|Ageu 2:7|
And I will make a shaking of all the nations, and the desired things of all nations will come: and I will make this house full of my glory, says the Lord of armies.
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8
|Ageu 2:8|
The silver is mine and the gold is mine, says the Lord of armies.
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9
|Ageu 2:9|
The second glory of this house will be greater than the first, says the Lord of armies: and in this place I will give peace, says the Lord of armies.
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10
|Ageu 2:10|
On the twenty-fourth day of the ninth month, in the second year of Darius, the word of the Lord came by Haggai the prophet, saying,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva