-
-
Basic English Bible -
-
1
|Cantares 6:1|
Where is your loved one gone, O most fair among women? Where is your loved one turned away, that we may go looking for him with you?
-
2
|Cantares 6:2|
My loved one is gone down into his garden, to the beds of spices, to take food in the gardens, and to get lilies.
-
3
|Cantares 6:3|
I am for my loved one, and my loved one is for me; he takes food among the lilies.
-
4
|Cantares 6:4|
You are beautiful, O my love, as Tirzah, as fair as Jerusalem; you are to be feared like an army with flags.
-
5
|Cantares 6:5|
Let your eyes be turned away from me; see, they have overcome me; your hair is as a flock of goats which take their rest on the side of Gilead.
-
6
|Cantares 6:6|
Your teeth are like a flock of sheep which come up from the washing; every one has two lambs, and there is not one without young.
-
7
|Cantares 6:7|
Like pomegranate fruit are the sides of your head under your veil.
-
8
|Cantares 6:8|
There are sixty queens, and eighty servant-wives, and young girls without number.
-
9
|Cantares 6:9|
My dove, my very beautiful one, is but one; she is the only one of her mother, she is the dearest one of her who gave her birth. The daughters saw her, and gave her a blessing; yes, the queens and the servant-wives, and they gave her praises.
-
10
|Cantares 6:10|
Who is she, looking down as the morning light, fair as the moon, clear as the sun, who is to be feared like an army with flags?
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva