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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Deuteronômio 15:1|
At the end of every seven years there is to be a general forgiveness of debt.
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2
|Deuteronômio 15:2|
This is how it is to be done: every creditor is to give up his right to whatever he has let his neighbour have; he is not to make his neighbour, his countryman, give it back; because a general forgiveness has been ordered by the Lord.
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3
|Deuteronômio 15:3|
A man of another nation may be forced to make payment of his debt, but if your brother has anything of yours, let it go;
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4
|Deuteronômio 15:4|
But there will be no poor among you; for the Lord will certainly give you his blessing in the land which the Lord your God is giving you for your heritage;
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5
|Deuteronômio 15:5|
If only you give ear to the voice of the Lord your God, and take care to keep all these orders which I give you today.
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6
|Deuteronômio 15:6|
For the Lord your God will give you his blessing as he has said: you will let other nations have the use of your money, but you will not make use of theirs; you will be rulers over a number of nations, but they will not be your rulers.
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7
|Deuteronômio 15:7|
If in any of your towns in the land which the Lord your God is giving you, there is a poor man, one of your countrymen, do not let your heart be hard or your hand shut to him;
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8
|Deuteronômio 15:8|
But let your hand be open to give him the use of whatever he is in need of.
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9
|Deuteronômio 15:9|
And see that there is no evil thought in your heart, moving you to say to yourself, The seventh year, the year of forgiveness is near; and so looking coldly on your poor countryman you give him nothing; and he will make an outcry to the Lord against you, and it will be judged as sin in you.
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10
|Deuteronômio 15:10|
But it is right for you to give to him, without grief of heart: for because of this, the blessing of the Lord your God will be on all your work and on everything to which you put your hand.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva