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Basic English Bible -
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11
|Esdras 4:11|
This is a copy of the letter which they sent to Artaxerxes the king: Your servants living across the river send these words:
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12
|Esdras 4:12|
We give news to the king that the Jews who came from you have come to us at Jerusalem; they are building up again that uncontrolled and evil town; the walls are complete and they are joining up the bases.
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13
|Esdras 4:13|
The king may be certain that when the building of this town and its walls is complete, they will give no tax or payment in goods or forced payments, and in the end it will be a cause of loss to the kings.
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14
|Esdras 4:14|
Now because we are responsible to the king, and it is not right for us to see the king's honour damaged, we have sent to give the king word of these things,
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15
|Esdras 4:15|
So that search may be made in the book of the records of your fathers: and you will see in the book of the records that this town has been uncontrolled, and a cause of trouble to kings and countries, and that there were outbursts against authority there in the past: for which reason the town was made waste.
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16
|Esdras 4:16|
We give you word, that if the building of this town and its walls is made complete, there will be an end of your power in the country across the river.
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17
|Esdras 4:17|
Then the king sent an answer to Rehum, the chief ruler, and Shimshai the scribe, and their friends living in Samaria, and to the rest of those across the river, saying, Peace to you:
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18
|Esdras 4:18|
And now the sense of the letter which you sent to us has been made clear to me,
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19
|Esdras 4:19|
And I gave orders for a search to be made, and it is certain that in the past this town has made trouble for kings, and that outbursts against authority have taken place there.
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20
|Esdras 4:20|
Further, there have been great kings in Jerusalem, ruling over all the country across the river, to whom they gave taxes and payments in goods and forced payments.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva