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Basic English Bible -
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1
|Ester 7:1|
So the king and Haman came to take wine with Esther the queen.
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2
|Ester 7:2|
And the king said to Esther again on the second day, while they were drinking, What is your prayer, Queen Esther? for it will be given to you; and what is your request? for it will be done, even to the half of my kingdom.
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3
|Ester 7:3|
Then Esther the queen, answering, said, If I have your approval, O king, and if it is the king's pleasure, let my life be given to me in answer to my prayer, and my people at my request:
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4
|Ester 7:4|
For we are given up, I and my people, to destruction and death and to be cut off. If we had been taken as men-servants and women-servants for a price, I would have said nothing, for our trouble is little in comparison with the king's loss.
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5
|Ester 7:5|
Then King Ahasuerus said to Esther the queen, Who is he and where is he who has had this evil thought in his heart?
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6
|Ester 7:6|
And Esther said, Our hater and attacker is this evil Haman. Then Haman was full of fear before the king and the queen.
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7
|Ester 7:7|
And the king in his wrath got up from the feast and went into the garden: and Haman got to his feet to make a prayer for his life to Esther the queen: for he saw that the king's purpose was evil against him.
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8
|Ester 7:8|
Then the king came back from the garden into the room where they had been drinking; and Haman was stretched out on the seat where Esther was. Then the king said, Is he taking the queen by force before my eyes in my house? And while the words were on the king's lips, they put a cloth over Haman's face.
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9
|Ester 7:9|
Then Harbonah, one of the unsexed servants waiting before the king, said, See, the pillar fifty cubits high, which Haman made for Mordecai, who said a good word for the king, is still in its place in Haman's house. Then the king said, Put him to death by hanging him on it.
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10
|Ester 7:10|
So Haman was put to death by hanging him on the pillar he had made for Mordecai. Then the king's wrath became less.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva