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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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21
|Juízes 1:21|
And the children of Judah did not make the Jebusites who were living in Jerusalem go out; the Jebusites are still living with the children of Benjamin in Jerusalem.
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22
|Juízes 1:22|
And the family of Joseph went up against Beth-el, and the Lord was with them.
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23
|Juízes 1:23|
So they sent men to make a search round Beth-el. (Now the name of the town in earlier times was Luz.)
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24
|Juízes 1:24|
And the watchers saw a man coming out of the town, and said to him, If you will make clear to us the way into the town, we will be kind to you.
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25
|Juízes 1:25|
So he made clear to them the way into the town, and they put it to the sword; but they let the man and all his family get away safe.
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26
|Juízes 1:26|
And he went into the land of the Hittites, building a town there and naming it Luz: which is its name to this day.
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27
|Juízes 1:27|
And Manasseh did not take away the land of the people of Beth-shean and its daughter-towns, or of Taanach and its daughter-towns, or of the people of Dor and its daughter-towns, or of the people of Ibleam and its daughter-towns, or of the people of Megiddo and its daughter-towns, driving them out; but the Canaanites would go on living in that land.
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28
|Juízes 1:28|
And whenever Israel became strong, they put the Canaanites to forced work, without driving them out completely.
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29
|Juízes 1:29|
And Ephraim did not make the Canaanites who were living in Gezer go out; but the Canaanites went on living in Gezer among them.
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30
|Juízes 1:30|
Zebulun did not make the people of Kitron or the people of Nahalol go out; but the Canaanites went on living among them and were put to forced work.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva