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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Juízes 8:1|
And the men of Ephraim came and said to him, Why did you not send for us when you went to war against Midian? And they said sharp and angry words to him.
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2
|Juízes 8:2|
And he said to them, What have I done in comparison with you? Is not that which Ephraim took up after the grape-cutting better than all the grapes which Abiezer got in from the grape-cutting?
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3
|Juízes 8:3|
God has given into your hands the chiefs of Midian, Oreb and Zeeb; what have I been able to do in comparison with you? And when he said this, their feeling about him became kinder.
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4
|Juízes 8:4|
Then Gideon came to Jordan and went over it with his three hundred, overcome with weariness and in need of food.
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5
|Juízes 8:5|
And he said to the men of Succoth, Give bread cakes to my people, for they are overcome with weariness, and I am going on after Zebah and Zalmunna, the kings of Midian.
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6
|Juízes 8:6|
But the chiefs of Succoth said, Are the hands of Zebah and Zalmunna even now in your hand that we are to give bread to your army?
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7
|Juízes 8:7|
Then Gideon said, Because of this, when the Lord has given Zebah and Zalmunna into my hands, I will have you stretched on a bed of thorns of the waste land and on sharp stems, and have you crushed as grain is crushed on a grain-floor.
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8
|Juízes 8:8|
So he went up from there to Penuel and made the same request to the men of Penuel; but they gave him the same answer as the men of Succoth had given.
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9
|Juízes 8:9|
So he said to the men of Penuel, When I come back in peace, I will have this tower broken down.
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10
|Juízes 8:10|
Now Zebah and Zalmunna were in Karkor and their armies with them, about fifteen thousand men, those of all the army of the children of the east who were still living; for a hundred and twenty thousand of their swordsmen had been put to death.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva