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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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21
|Juízes 1:21|
And the children of Judah did not make the Jebusites who were living in Jerusalem go out; the Jebusites are still living with the children of Benjamin in Jerusalem.
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22
|Juízes 1:22|
And the family of Joseph went up against Beth-el, and the Lord was with them.
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23
|Juízes 1:23|
So they sent men to make a search round Beth-el. (Now the name of the town in earlier times was Luz.)
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24
|Juízes 1:24|
And the watchers saw a man coming out of the town, and said to him, If you will make clear to us the way into the town, we will be kind to you.
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25
|Juízes 1:25|
So he made clear to them the way into the town, and they put it to the sword; but they let the man and all his family get away safe.
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26
|Juízes 1:26|
And he went into the land of the Hittites, building a town there and naming it Luz: which is its name to this day.
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27
|Juízes 1:27|
And Manasseh did not take away the land of the people of Beth-shean and its daughter-towns, or of Taanach and its daughter-towns, or of the people of Dor and its daughter-towns, or of the people of Ibleam and its daughter-towns, or of the people of Megiddo and its daughter-towns, driving them out; but the Canaanites would go on living in that land.
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28
|Juízes 1:28|
And whenever Israel became strong, they put the Canaanites to forced work, without driving them out completely.
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29
|Juízes 1:29|
And Ephraim did not make the Canaanites who were living in Gezer go out; but the Canaanites went on living in Gezer among them.
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30
|Juízes 1:30|
Zebulun did not make the people of Kitron or the people of Nahalol go out; but the Canaanites went on living among them and were put to forced work.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva