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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Marcos 5:1|
And they came to the other side of the sea, into the country of the Gerasenes.
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2
|Marcos 5:2|
And when he had got out of the boat, straight away there came to him from the place of the dead a man with an unclean spirit.
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3
|Marcos 5:3|
He was living in the place of the dead: and no man was able to keep him down, no, not with a chain;
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4
|Marcos 5:4|
Because he had frequently been prisoned in chains and iron bands, and the chains had been parted and the bands broken by him: and no man was strong enough to make him quiet.
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5
|Marcos 5:5|
And all the time, by day and by night, in the place of the dead, and in the mountains, he was crying out and cutting himself with stones.
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6
|Marcos 5:6|
And when he saw Jesus from far off, he went quickly to him and gave him worship;
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7
|Marcos 5:7|
And crying out with a loud voice he said, What have I to do with you, Jesus, Son of the Most High God? In God's name, do not be cruel to me.
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8
|Marcos 5:8|
For Jesus had said to him, Come out of the man, you unclean spirit.
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9
|Marcos 5:9|
And Jesus said, What is your name? And he made answer, My name is Legion, because there are a great number of us.
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10
|Marcos 5:10|
And he made strong prayers to him not to send them away out of the country.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva