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Basic English Bible -
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1
|Neemias 11:1|
And the rulers of the people were living in Jerusalem: the rest of the people made selection, by the decision of chance, of one out of every ten to be living in Jerusalem, the holy town; the other nine to go to the other towns.
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2
|Neemias 11:2|
And the people gave a blessing to all the men who were freely offering to take up their places in Jerusalem.
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3
|Neemias 11:3|
Now these are the chiefs of the divisions of the country who were living in Jerusalem: but in the towns of Judah everyone was living on his heritage in the towns, that is, Israel, the priests, the Levites, the Nethinim, and the children of Solomon's servants.
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4
|Neemias 11:4|
And in Jerusalem there were living certain of the children of Judah and of Benjamin. Of the children of Judah: Athaiah, the son of Uzziah, the son of Zechariah, the son of Amariah, the son of Shephatiah, the son of Mahalalel, of the children of Perez;
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5
|Neemias 11:5|
And Maaseiah, the son of Baruch, the son of Col-hozeh, the son of Hazaiah, the son of Adaiah, the son of Joiarib, the son of Zechariah, the son of the Shilonite.
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6
|Neemias 11:6|
All the sons of Perez living in Jerusalem were four hundred and sixty-eight men of good position.
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7
|Neemias 11:7|
And these are the sons of Benjamin: Sallu, the son of Meshullam, the son of Joed, the son of Pedaiah, the son of Kolaiah, the son of Maaseiah, the son of Ithiel, the son of Jeshaiah.
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8
|Neemias 11:8|
And after him Gabbai, Sallai, nine hundred and twenty-eight.
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9
|Neemias 11:9|
And Joel, the son of Zichri, was their overseer; and Judah, the son of Hassenuah, was second over the town.
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10
|Neemias 11:10|
Of the priests: Jedaiah, the son of Joiarib, Jachin,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva