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Basic English Bible -
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6
|Neemias 6:6|
And in it these words were recorded: It is said among the nations, and Geshem says so, that you and the Jews are hoping to make yourselves free from the king's authority; and that this is why you are building the wall: and they say that it is your purpose to be their king;
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7
|Neemias 6:7|
And that you have prophets preaching about you in Jerusalem, and saying, There is a king in Judah: now an account of these things will be sent to the king. So come now, and let us have a discussion.
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8
|Neemias 6:8|
Then I sent to him, saying, No such things as you say are being done, they are only a fiction you have made up yourself.
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9
|Neemias 6:9|
For they were hoping to put fear in us, saying, Their hands will become feeble and give up the work so that it may not get done. But now, O God, make my hands strong.
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10
|Neemias 6:10|
And I went to the house of Shemaiah, the son of Delaiah, the son of Mehetabel, who was shut up; and he said, Let us have a meeting in the house of God, inside the Temple, and let the doors be shut: for they will come to put you to death; truly, in the night they will come to put you to death.
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11
|Neemias 6:11|
And I said, Am I the sort of man to go in flight? what man, in my position, would go into the Temple to keep himself safe? I will not go in.
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12
|Neemias 6:12|
Then it became clear to me that God had not sent him: he had given this word of a prophet against me himself: and Tobiah and Sanballat had given him money to do so.
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13
|Neemias 6:13|
For this reason they had given him money, in order that I might be overcome by fear and do what he said and do wrong, and so they would have reason to say evil about me and put shame on me.
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14
|Neemias 6:14|
Keep in mind, O my God, Tobiah and Sanballat and what they did, and Noadiah, the woman prophet, and the rest of the prophets whose purpose was to put fear into me.
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15
|Neemias 6:15|
So the wall was complete on the twenty-fifth day of the month Elul, in fifty-two days.
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Sugestões

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04 de junho LAB 521
EQUÍVOCOS DE BILDADE
JÓ 08-10
Ao ler os capítulos do livro de Jó, penso que quando ocorre esse tipo de coisas que não conseguimos explicar, muitas vezes temos a tendência de colocar a culpa em alguém ou alguma coisa ao invés de buscar entender o “X” da questão. Por vezes, buscamos o entendimento, só que o problema é a fonte de informação à qual as pessoas procuram e que pode ser duvidosa. Se acontece assim, as informações adquiridas prejudicam mais que ajudam, justamente porque só serão verdadeiras até certo ponto. Portanto, na “hora do aperto”, algo que precisamos fazer é checar direitinho para ver se estamos bem conectados e sintonizados com a mente de Deus, de acordo com o que Ele já revelou na Sua Santa Palavra, a Bíblia.
Na leitura de hoje, há alguém que estava confundido pela tradição. Seu nome: Bildade. Ele aparece no capítulo oito para participar dos debates. Na primeira rodada da discussão de Jó com seus amigos, o primeiro a dar uma resposta para as declarações de Jó tinha sido Elifaz. Ele disse besteira. Jó, no entanto, não deixou por menos e logo em seguida deu-lhe uma resposta. Ou melhor, um discurso. Um segundo discurso foi seguido pela entrada na discussão desse outro amigo que estou comentando.
Mas quem era esse amigo? Trazendo um pouco de curiosidade bíblica, para você entender de onde ele veio, sugiro que leia Gênesis 25:1, onde mostra que Abraão, depois que Sara morreu, casou-se com Quetura. Essa segunda mulher teve seis filhos com o patriarca. Um deles se chamava Sua. Desse filhos, descenderam os suítas, de onde saiu Bildade. Então, esse “amigo” de Jó também era descendente de Abraão, mas não tinha nada a ver com o povo de Israel, que é o povo da Bíblia. Ele fazia parte daquele povo, daqueles filhos que Abraão tinha mandado embora de perto dele para a terra oriental.
Desde aquela época, os suítas viveram perto do rio Eufrates. Deles, nasceu Bildade que, por já estar longe do povo de Deus a um bom tempo, compartilhava daqueles conceitos errados dos seus companheiros. Era por isso, também, que tinha dificuldade de ser empático com Jó. Ele insistia numa teologia incompleta, que era mantida pela tradição.
O resumo é que tanto da parte de Jó, como dos seus amigos, percebemos a manifestação de uma confusão na compreensão sobre como Deus lida com os seres humanos. Confusão esta que não ajuda em nada na questão do sofrimento. Então, aprendemos que vale muito mais uma pura amizade com Jesus, que esteja embasada num profundo conhecimento bíblico, para nos ajudar a encontrar as respostas para os nossos anseios do coração.
Valdeci Júnior
Fátima Silva