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Basic English Bible -
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8
|Rute 4:8|
So the near relation said to Boaz, Take it for yourself. And he took off his shoe.
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9
|Rute 4:9|
Then Boaz said to the responsible men and to all the people, You are witnesses today that I have taken at a price from Naomi all the property which was Elimelech's, and everything which was Chilion's and Mahlon's.
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10
|Rute 4:10|
And, further, I have taken Ruth, the Moabitess, who was the wife of Mahlon, to be my wife, to keep the name of the dead man living in his heritage, so that his name may not be cut off from among his countrymen, and from the memory of his town: you are witnesses this day.
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11
|Rute 4:11|
And all the people who were in the public place, and the responsible men, said, We are witnesses. May the Lord make this woman, who is about to come into your house, like Rachel and Leah, which two were the builders of the house of Israel: and may you have wealth in Ephrathah, and be great in Beth-lehem;
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12
|Rute 4:12|
May your family be like the family of Perez, the son whom Tamar gave to Judah, from the offspring which the Lord may give you by this young woman.
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13
|Rute 4:13|
So Boaz took Ruth and she became his wife; and he went in to her, and the Lord made her with child and she gave birth to a son.
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14
|Rute 4:14|
And the women said to Naomi, A blessing on the Lord, who has not let you be this day without a near relation, and may his name be great in Israel.
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15
|Rute 4:15|
He will be a giver of new life to you, and your comforter when you are old, for your daughter-in-law, who, in her love for you, is better than seven sons, has given birth to him.
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16
|Rute 4:16|
And Naomi took the child and put her arms round it, and she took care of it.
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17
|Rute 4:17|
And the women who were her neighbours gave it a name, saying, Naomi has a child; and they gave him the name of Obed: he is the father of Jesse, the father of David.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva