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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Cornilescu -
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1
|João 4:1|
Domnul a aflat că Fariseii au auzit că El face şi botează mai mulţi ucenici decît Ioan.
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2
|João 4:2|
Însă Isus nu boteza El însuş, ci ucenicii Lui.
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3
|João 4:3|
Atunci a părăsit Iudea, şi S'a întors în Galilea.
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4
|João 4:4|
Fiindcă trebuia să treacă prin Samaria,
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5
|João 4:5|
a ajuns lîngă o cetate din ţinutul Samariei, numită Sihar, aproape de ogorul, pe care -l dăduse Iacov fiului său Iosif.
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6
|João 4:6|
Acolo se afla fîntîna lui Iacov. Isus, ostenit de călătorie, şedea lîngă fîntînă. Era cam pe la ceasul al şaselea.
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7
|João 4:7|
A venit o femeie din Samaria să scoată apă. ,,Dă-Mi să beau``, i -a zis Isus.
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8
|João 4:8|
Căci ucenicii Lui se duseseră în cetate să cumpere de ale mîncării.
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9
|João 4:9|
Femeia Samariteancă I -a zis: ,,Cum Tu, Iudeu, ceri să bei dela mine, femeie Samariteancă?`` -Iudeii, în adevăr, n'au legături cu Samaritenii.
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10
|João 4:10|
-Drept răspuns, Isus i -a zis: ,,Dacă ai fi cunoscut tu darul lui Dumnezeu, şi Cine este Cel ce-ţi zice: ,Dă-Mi să beau!` tu singură ai fi cerut să bei, şi El ţi-ar fi dat apă vie.``
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva