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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Cornilescu -
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1
|Oséias 4:1|
Ascultaţi Cuvîntul Domnului, copiii lui Israel! Căci Domnul are o judecată cu locuitorii ţării, pentru că nu este adevăr, nu este îndurare, nu este cunoştinţă de Dumnezeu în ţară.
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2
|Oséias 4:2|
Fiecare jură strîmb şi minte, ucide, fură, şi prea curveşte; năpăstuieşte şi face omoruri după omoruri.
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3
|Oséias 4:3|
De aceea, ţara se va jăli, toţi ceice o locuiesc vor tînji, împreună cu fiarele cîmpului şi păsările cerului; chiar şi peştii mării vor pieri.
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4
|Oséias 4:4|
Dar nimeni să nu certe pe altul, nimeni să nu mustre pe altul, căci poporul tău este ca ceice se ceartă cu preoţii.
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5
|Oséias 4:5|
Te vei poticni ziua, proorocul se va poticni şi el împreună cu tine noaptea, şi pe mama ta o voi nimici.
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6
|Oséias 4:6|
Poporul Meu piere din lipsă de cunoştinţă. Fiindcă ai lepădat cunoştinţa, şi Eu te voi lepăda, şi nu-Mi vei mai fi preot. Fiindcă ai uitat Legea Dumnezeului tău, voi uita şi Eu pe copiii tăi!
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7
|Oséias 4:7|
Cu cît s'au înmulţit, cu atît au păcătuit împotriva Mea. De aceea, le voi preface slava în ocară.
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8
|Oséias 4:8|
Ei se hrănesc din jertfele pentru păcatele poporului Meu, şi sînt lacomi de nelegiuirile lui.
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9
|Oséias 4:9|
Dar şi preotului i se va întîmpla ca şi poporului; îl voi pedepsi după umbletele lui, şi -i voi răsplăti după faptele lui.
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10
|Oséias 4:10|
Vor mînca şi tot nu se vor sătura, vor curvi şi tot nu se vor înmulţi, pentrucă au părăsit pe Domnul şi poruncile Lui.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva