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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
119-
Cornilescu -
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101
|Salmos 119:101|
Îmi ţin piciorul departe de orice drum rău, ca să păzesc Cuvîntul Tău.
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102
|Salmos 119:102|
Nu mă depărtez de legile Tale, căci Tu mă înveţi.
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103
|Salmos 119:103|
Ce dulci sînt cuvintele Tale pentru cerul gurii mele! Mai dulci decît mierea în gura mea!
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104
|Salmos 119:104|
Prin poruncile Tale mă fac mai priceput, deaceea urăsc orice cale a minciunii.
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105
|Salmos 119:105|
Cuvîntul Tău este o candelă pentru picioarele mele, şi o lumină pe cărarea mea.
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106
|Salmos 119:106|
Jur, -şi mă voi ţinea de jurămînt, -că voi păzi legile Tale cele drepte.
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107
|Salmos 119:107|
Sînt foarte amărît: înviorează-mă, Doamne, după Cuvîntul Tău!
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108
|Salmos 119:108|
Primeşte, Doamne, simţimintele pe cari le spune gura mea, şi învaţă-mă legile Tale!
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109
|Salmos 119:109|
Viaţa îmi este necurmat în primejdie, şi totuş nu uit Legea Ta.
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110
|Salmos 119:110|
Nişte răi îmi întind curse, dar eu nu mă rătăcesc dela poruncile Tale.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva