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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
52-
Cornilescu -
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1
|Salmos 52:1|
(Către mai marele cîntăreţilor. O cîntare a lui David. Făcută cu prilejul celor spuse de Doeg, Edomitul, lui Saul, cînd zicea: ,,David s'a dus în casa lui Ahimelec.``) Pentruce te făleşti cu răutatea ta, asupritorule? Bunătatea lui Dumnezeu ţine în veci.
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2
|Salmos 52:2|
Limba ta nu născoceşte decît răutate, ca un brici ascuţit, viclean ce eşti!
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3
|Salmos 52:3|
Tu iubeşti mai degrabă răul decît binele, mai degrabă minciuna decît adevărul. -
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4
|Salmos 52:4|
Tu iubeşti numai cuvinte nimicitoare, limbă înşelătoare!
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5
|Salmos 52:5|
De aceea şi Dumnezeu te va doborî pe vecie, te va apuca şi te va ridica din cortul tău, şi te va desrădăcina din pămîntul celor vii. -
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6
|Salmos 52:6|
Cei fără prihană vor vedea lucrul acesta, se vor teme, şi vor rîde de el, zicînd:
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7
|Salmos 52:7|
,,Iată omul, care nu lua ca ocrotitor pe Dumnezeu, ci se încredea în bogăţiile lui cele mari, şi se bizuia pe răutatea lui.``
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8
|Salmos 52:8|
Dar eu sînt în Casa lui Dumnezeu ca un măslin verde, mă încred în bunătatea lui Dumnezeu, în veci de veci.
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9
|Salmos 52:9|
Te voi lăuda totdeauna, pentrucă ai lucrat; şi, în faţa copiilor Tăi, voi nădăjdui în Numele Tău, căci este binevoitor.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva