-
-
Cornilescu -
-
11
|Tiago 1:11|
Răsare soarele cu căldura lui arzătoare, şi usucă iarba: floarea ei cade jos, şi frumuseţea înfăţişării ei piere: aşa se va vesteji bogatul în umbletele lui.
-
12
|Tiago 1:12|
Ferice de cel ce rabdă ispita. Căci dupăce a fost găsit bun, va primi cununa vieţii, pe care a făgăduit -o Dumnezeu celor ce -L iubesc.
-
13
|Tiago 1:13|
Nimeni, cînd este ispitit, să nu zică: ,,Sînt ispitit de Dumnezeu``. Căci Dumnezeu nu poate fi ispitit ca să facă rău, şi El însuş nu ispiteşte pe nimeni.
-
14
|Tiago 1:14|
Ci fiecare este ispitit, cînd este atras de pofta lui însuş şi momit.
-
15
|Tiago 1:15|
Apoi pofta, cînd a zămislit, dă naştere păcatului; şi păcatul odată făptuit, aduce moartea.
-
16
|Tiago 1:16|
Nu vă înşelaţi prea iubiţii mei fraţi:
-
17
|Tiago 1:17|
orice ni se dă bun şi orice dar desăvîrşit este de sus, pogorîndu-se dela Tatăl luminilor, în care nu este nici schimbare, nici umbră de mutare.
-
18
|Tiago 1:18|
El, de bună voia Lui, ne -a născut prin Cuvîntul adevărului, ca să fim un fel de pîrgă a făpturilor Lui.
-
19
|Tiago 1:19|
Ştiţi bine lucrul acesta, prea iubiţii mei fraţi! Orice om să fie grabnic la ascultare, încet la vorbire, zăbavnic la mînie;
-
20
|Tiago 1:20|
căci mînia omului nu lucrează neprihănirea lui Dumnezeu.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva