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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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|2 Crônicas 32:10|
Ainsi dit Sankhérib, roi d'Assyrie: En quoi vous confiez-vous, que vous demeuriez assiégés dans Jérusalem?
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11
|2 Crônicas 32:11|
Ézéchias ne vous incite-t-il pas, pour vous livrer à la mort par la faim et par la soif, en disant: L'Éternel, notre Dieu, nous délivrera de la main du roi d'Assyrie?
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12
|2 Crônicas 32:12|
N'est-ce pas cet Ézéchias qui a ôté ses hauts lieux et ses autels, et qui a parlé à Juda et à Jérusalem, disant: Vous vous prosternerez devant ce seul autel, et sur lui vous ferez fumer l'encens?
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|2 Crônicas 32:13|
Ne savez-vous pas ce que j'ai fait, moi, et aussi mes pères, à tous les peuples des pays? Les dieux des nations des pays ont-ils bien pu délivrer leur pays de ma main?
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|2 Crônicas 32:14|
Lequel d'entre tous les dieux de ces nations que mes pères ont détruites, a pu délivrer son peuple de ma main, pour que votre Dieu puisse vous délivrer de ma main?
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|2 Crônicas 32:15|
Et maintenant, qu'Ézéchias ne vous trompe pas, et qu'il ne vous séduise pas de cette manière, et ne le croyez pas; car aucun dieu d'aucune nation ni d'aucun royaume n'a pu délivrer son peuple de ma main ni de la main de mes pères; combien moins votre Dieu vous délivrera-t-il de ma main!
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|2 Crônicas 32:16|
Et ses serviteurs parlèrent encore contre l'Éternel, le vrai Dieu, et contre Ézéchias, son serviteur.
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|2 Crônicas 32:17|
Et il écrivit une lettre pour outrager l'Éternel, le Dieu d'Israël, et pour parler contre lui, disant: De même que les dieux des nations des pays n'ont pas délivré leur peuple de ma main, de même le Dieu d'Ézéchias ne délivrera pas son peuple de ma main.
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18
|2 Crônicas 32:18|
Et ils crièrent à haute voix, en langue judaïque, au peuple de Jérusalem qui était sur la muraille, pour leur faire peur et les épouvanter, afin de prendre la ville;
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19
|2 Crônicas 32:19|
et ils parlèrent du Dieu de Jérusalem comme des dieux des peuples de la terre, ouvrage de mains d'homme.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva