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Darby -
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1
|Ageu 1:1|
La seconde année du roi Darius, au sixième mois, le premier jour du mois, la parole de l'Éternel vint par Aggée, le prophète, à Zorobabel, fils de Shealthiel, gouverneur de Juda, et à Joshua, fils de Jotsadak, le grand sacrificateur, disant:
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2
|Ageu 1:2|
Ainsi parle l'Éternel des armées, disant: Ce peuple dit: Le temps n'est pas venu, le temps de la maison de l'Éternel, pour la bâtir.
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3
|Ageu 1:3|
Et la parole de l'Éternel vint par Aggée le prophète, disant:
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4
|Ageu 1:4|
Est-ce le temps pour vous d'habiter dans vos maisons lambrissées, tandis que cette maison est dévastée?
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5
|Ageu 1:5|
Et maintenant, ainsi dit l'Éternel des armées: Considérez bien vos voies.
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6
|Ageu 1:6|
Vous avez semé beaucoup, et vous rentrez peu; vous mangez, mais vous n'êtes pas rassasiés; vous buvez, mais vous n'en avez pas assez; vous vous vêtez, mais personne n'a chaud; et celui qui travaille pour des gages, travaille pour les mettre dans une bourse trouée.
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7
|Ageu 1:7|
Ainsi dit l'Éternel des armées: Considérez bien vos voies:
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8
|Ageu 1:8|
Montez à la montagne et apportez du bois, et bâtissez la maison; et j'y prendrai plaisir, et je serai glorifié, dit l'Éternel.
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9
|Ageu 1:9|
Vous vous attendiez à beaucoup, et voici, ce n'a été que peu; et vous l'avez apporté à la maison, et j'ai soufflé dessus. Pourquoi? dit l'Éternel des armées. A cause de ma maison, qui est dévastée, -et vous courez chacun à sa maison.
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10
|Ageu 1:10|
C'est pourquoi au-dessus de vous les cieux ont retenu la rosée, et la terre a retenu son produit;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva