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Darby -
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|Eclesiastes 8:8|
Il n'y a point d'homme qui ait pouvoir sur l'esprit pour emprisonner l'esprit, et il n'y a personne qui ait de la puissance sur le jour de la mort, et il n'y a point de dispense dans une telle guerre, et la méchanceté ne délivrera pas ceux qui la pratiquent.
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|Eclesiastes 8:9|
J'ai vu tout cela, et j'ai appliqué mon coeur à toute oeuvre qui se fait sous le soleil. Il est un temps où des hommes dominent sur des hommes pour leur mal.
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10
|Eclesiastes 8:10|
Et de même j'ai vu des méchants enterrés et s'en allant, mais ceux qui avaient bien fait s'en allaient du lieu saint, et étaient oubliés dans la ville. Cela aussi est vanité.
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11
|Eclesiastes 8:11|
Parce que la sentence contre les mauvaises oeuvres ne s'exécute pas immédiatement, à cause de cela le coeur des fils des hommes est au dedans d'eux plein d'envie de faire le mal.
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12
|Eclesiastes 8:12|
Bien que le pécheur fasse le mal cent fois et prolonge ses jours, je sais cependant que tout ira bien pour ceux qui craignent Dieu, parce qu'ils craignent sa face;
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|Eclesiastes 8:13|
mais il n'y aura pas de bonheur pour le méchant, et il ne prolongera pas ses jours, comme l'ombre, parce qu'il ne craint pas la face de Dieu.
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14
|Eclesiastes 8:14|
Il est encore une vanité qui a lieu sur la terre: c'est qu'il y a des justes auxquels il arrive selon l'oeuvre des méchants, et il y a des méchants auxquels il arrive selon l'oeuvre des justes. J'ai dit que cela aussi est vanité.
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15
|Eclesiastes 8:15|
Et j'ai loué la joie, parce qu'il n'y a rien de bon pour l'homme, sous le soleil, que de manger et de boire et de se réjouir; et c'est ce qui lui demeurera de son travail durant les jours de sa vie que Dieu lui donne sous le soleil.
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16
|Eclesiastes 8:16|
Lorsque j'ai appliqué mon coeur à connaître la sagesse et à regarder les choses qui se font sur la terre (car il y a tel homme qui, ni jour ni nuit, ne voit le sommeil de ses yeux),
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17
|Eclesiastes 8:17|
alors j'ai vu que tout est l'oeuvre de Dieu, et que l'homme ne peut pas trouver l'oeuvre qui se fait sous le soleil: bien que l'homme se travaille pour la chercher, il ne la trouve point; et même si le sage se propose de la connaître, il ne peut la trouver.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva