-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Darby -
-
21
|Jó 36:21|
Prends garde à toi! Ne te tourne pas vers l'iniquité, car c'est ce que tu as choisi plutôt que l'affliction.
-
22
|Jó 36:22|
Voici, *Dieu se montre élevé dans sa puissance: qui enseigne comme lui?
-
23
|Jó 36:23|
Qui lui a prescrit son chemin, et qui a dit: Tu as mal agi?
-
24
|Jó 36:24|
Souviens-toi de glorifier son oeuvre, que les hommes célèbrent:
-
25
|Jó 36:25|
Tout homme la contemple, le mortel la regarde de loin.
-
26
|Jó 36:26|
Voici, *Dieu est grand, et nous ne le connaissons pas; le nombre de ses années, nul ne le sonde.
-
27
|Jó 36:27|
Car il attire les gouttes d'eau: des vapeurs qu'il forme elles distillent la pluie,
-
28
|Jó 36:28|
Que les nuages font couler; ils tombent en gouttes sur les hommes, abondamment.
-
29
|Jó 36:29|
Mais qui peut comprendre le déploiement de la nuée, le fracas de son tabernacle?
-
30
|Jó 36:30|
Voici, il étend sa lumière autour de lui, et couvre le fond de la mer.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva