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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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51
|Juízes 9:51|
Et il y avait une tour forte au milieu de la ville; et tous les hommes et toutes les femmes s'y enfuirent, tous les hommes de la ville; et ils fermèrent derrière eux, et montèrent sur le toit de la tour.
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52
|Juízes 9:52|
Et Abimélec vint jusqu'à la tour, et l'attaqua; et il s'avança jusqu'à l'entrée de la tour pour la brûler par le feu;
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53
|Juízes 9:53|
et une femme jeta sur la tête d'Abimélec une meule tournante, et lui brisa le crâne.
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54
|Juízes 9:54|
Et il appela en hâte le jeune homme qui portait ses armes, et lui dit: Tire ton épée et tue-moi, de peur qu'on ne dise de moi: Une femme l'a tué. Et son jeune homme le transperça, et il mourut.
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55
|Juízes 9:55|
Et quand les hommes d'Israël virent qu'Abimélec était mort, ils s'en allèrent chacun en son lieu.
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56
|Juízes 9:56|
Et Dieu fit retomber sur Abimélec le mal qu'il avait fait à son père en tuant ses soixante-dix frères;
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57
|Juízes 9:57|
et tout le mal des hommes de Sichem, Dieu le fit retomber sur leurs têtes; et la malédiction de Jotham, fils de Jerubbaal, vint sur eux.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva