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Darby -
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12
|Miquéias 3:12|
C'est pourquoi, à cause de vous, Sion sera labourée comme un champ, et Jérusalem sera des monceaux de pierres, et la montagne de la maison, les lieux hauts d'une forêt.
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1
|Miquéias 4:1|
Et il arrivera, à la fin des jours, que la montagne de la maison de l'Éternel sera établie sur le sommet des montagnes, et sera élevée au-dessus des collines; et les peuples y afflueront;
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2
|Miquéias 4:2|
et beaucoup de nations iront, et diront: Venez, et montons à la montagne de l'Éternel, et à la maison du Dieu de Jacob, et il nous instruira de ses voies, et nous marcherons dans ses sentiers. Car de Sion sortira la loi, et de Jérusalem, la parole de l'Éternel.
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3
|Miquéias 4:3|
Et il jugera au milieu de beaucoup de peuples, et prononcera le droit à de fortes nations jusqu'au loin; et de leurs épées ils forgeront des socs, et de leurs lances, des serpes: une nation ne lèvera pas l'épée contre une autre nation, et on n'apprendra plus la guerre.
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4
|Miquéias 4:4|
Et ils s'assiéront chacun sous sa vigne et sous son figuier, et il n'y aura personne qui les effraye: car la bouche de l'Éternel des armées a parlé.
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5
|Miquéias 4:5|
Car tous les peuples marcheront, chacun au nom de son dieu; et nous, nous marcherons au nom de l'Éternel, notre Dieu, à toujours et à perpétuité.
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6
|Miquéias 4:6|
En ce jour-là, dit l'Éternel, je rassemblerai celle qui boitait, et je recueillerai celle qui était chassée et celle sur laquelle j'avais fait venir du mal.
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7
|Miquéias 4:7|
Et je ferai de celle qui boitait, un reste, et de celle qui avait été repoussée au loin, une nation forte; et l'Éternel régnera sur eux, en la montagne de Sion, dès lors et à toujours.
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8
|Miquéias 4:8|
Et toi, tour du troupeau, colline élevée de la fille de Sion, à toi arrivera et viendra la domination première, -le royaume, à la fille de Jérusalem.
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9
|Miquéias 4:9|
Maintenant, pourquoi pousses-tu des cris? N'y a-t-il point de roi au milieu de toi? Ton conseiller a-t-il péri? car l'angoisse t'a saisie, comme une femme qui enfante.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva