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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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10
|Números 9:10|
Parle aux fils d'Israël, en disant: Si un homme d'entre vous ou de votre postérité est impur à cause d'un corps mort, ou est en voyage au loin, il fera la Pâque à l'Éternel.
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11
|Números 9:11|
Ils la feront le second mois, le quatorzième jour, entre les deux soirs; ils la mangeront avec des pains sans levain et des herbes amères;
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12
|Números 9:12|
ils n'en laisseront rien jusqu'au matin et n'en casseront pas un os; ils la feront selon tous les statuts de la Pâque.
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13
|Números 9:13|
Mais l'homme qui est pur et qui n'est pas en voyage, qui s'abstient de faire la Pâque, cette âme sera retranchée de ses peuples; car il n'a pas présenté l'offrande de l'Éternel au temps fixé: cet homme portera son péché.
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14
|Números 9:14|
Et si un étranger séjourne chez vous, et veut faire la Pâque à l'Éternel, il la fera ainsi, selon le statut de la Pâque et selon son ordonnance. Il y aura un même statut pour vous, tant pour l'étranger que pour l'Israélite de naissance.
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15
|Números 9:15|
Et le jour que le tabernacle fut dressé, la nuée couvrit le tabernacle de la tente du témoignage, et elle était le soir sur le tabernacle comme l'apparence du feu, jusqu'au matin.
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16
|Números 9:16|
Il en fut ainsi continuellement: la nuée le couvrait, et la nuit, elle avait l'apparence du feu.
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17
|Números 9:17|
Et selon que la nuée se levait de dessus la tente, après cela les fils d'Israël partaient; et au lieu où la nuée demeurait, là les fils d'Israël campaient.
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18
|Números 9:18|
Au commandement de l'Éternel, les fils d'Israël partaient, et au commandement de l'Éternel, ils campaient; pendant tous les jours que la nuée demeurait sur le tabernacle, ils campaient.
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19
|Números 9:19|
Et si la nuée prolongeait sa demeure sur le tabernacle plusieurs jours, alors les fils d'Israël gardaient ce que l'Éternel leur avait donné à garder, et ne partaient pas.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva