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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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30
|Números 13:30|
(13:31) Et Caleb fit taire le peuple devant Moïse, et dit: Montons hardiment et prenons possession du pays, car nous sommes bien capables de le faire.
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31
|Números 13:31|
(13:32) Mais les hommes qui étaient montés avec lui, dirent: Nous ne sommes pas capables de monter contre ce peuple, car il est plus fort que nous.
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32
|Números 13:32|
(13:33) Et ils décrièrent devant les fils d'Israël le pays qu'ils avaient reconnu, disant: Le pays par lequel nous avons passé pour le reconnaître est un pays qui dévore ses habitants, et tout le peuple que nous y avons vu est de haute stature.
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33
|Números 13:33|
(13:34) Et nous y avons vu les géants, fils d'Anak, qui est de la race des géants; et nous étions à nos yeux comme des sauterelles, et nous étions de même à leurs yeux.
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1
|Números 14:1|
Et toute l'assemblée éleva sa voix, et jeta des cris, et le peuple pleura cette nuit-là.
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2
|Números 14:2|
Et tous les fils d'Israël murmurèrent contre Moïse et contre Aaron; et toute l'assemblée leur dit: Oh! si nous étions morts dans le pays d'Égypte! Ou si nous étions morts dans ce désert!
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3
|Números 14:3|
Et pourquoi l'Éternel nous fait-il venir dans ce pays, pour y tomber par l'épée, pour que nos femmes et nos petits enfants deviennent une proie? Ne serait-il pas bon pour nous de retourner en Égypte?
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4
|Números 14:4|
Et ils se dirent l'un à l'autre: Établissons un chef, et retournons en Égypte.
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5
|Números 14:5|
Et Moïse et Aaron tombèrent sur leurs faces devant toute la congrégation de l'assemblée des fils d'Israël.
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6
|Números 14:6|
Et Josué, fils de Nun, et Caleb, fils de Jephunné, qui étaient d'entre ceux qui avaient reconnu le pays, déchirèrent leurs vêtements,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva