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Biblia Dios Habla Hoy -
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11
|Esdras 3:11|
Unos cantaban alabanzas, y otros respondÃan: «Den gracias al Señor, porque él es bueno, porque su amor por Israel es eterno.» Y todo el pueblo gritaba de alegrÃa y alababa al Señor, porque ya se habÃa comenzado a reconstruir el templo del Señor.
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12
|Esdras 3:12|
Y muchos de los sacerdotes, levitas y jefes de familia, que eran ya ancianos y que habÃan visto el primer templo, lloraban en alta voz porque veÃan que se comenzaba a construir este nuevo templo. Al mismo tiempo, muchos otros gritaban de alegrÃa.
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13
|Esdras 3:13|
Nadie podÃa distinguir entre los gritos de alegrÃa y el llanto de la gente, pues gritaban tanto que desde muy lejos se oÃa el alboroto.
- Los enemigos obligan a interrumpir las obras
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1
|Esdras 4:1|
Cuando los enemigos de Judá y de BenjamÃn supieron que los que habÃan vuelto del destierro estaban reconstruyendo el templo del Señor, Dios de Israel,
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2
|Esdras 4:2|
fueron a ver a Zorobabel y a Josué y a los jefes de familia, y les dijeron:—Permitan ustedes que les ayudemos en la construcción, porque nosotros, como ustedes, también hemos recurrido a su Dios y le hemos ofrecido sacrificios desde el tiempo de Esarhadón, rey de Asiria, que nos trajo hasta aquÃ.
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3
|Esdras 4:3|
Pero Zorobabel, Josué y los otros jefes de familia israelitas les respondieron:—No podemos reconstruir junto con ustedes el templo de nuestro Dios. Lo tenemos que reconstruir nosotros solos para el Señor, Dios de Israel, pues asà nos lo ordenó Ciro, rey de Persia.
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4
|Esdras 4:4|
Entonces la gente de la región se dedicó a desanimar a la gente de Judá y a no dejarlos construir.
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5
|Esdras 4:5|
Además sobornaron a ciertos funcionarios del gobierno, y éstos se opusieron a sus propósitos durante todo el tiempo que Ciro fue rey de Persia, y hasta el reinado de DarÃo, rey de Persia.
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6
|Esdras 4:6|
En los comienzos del reinado de Asuero presentaron una acusación contra los habitantes de Judá y de Jerusalén.
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7
|Esdras 4:7|
Y en la época de Artajerjes, rey de Persia, Bislam, MitrÃdates, Tabeel y sus demás compañeros escribieron a Artajerjes. La carta estaba escrita en arameo, con su traducción correspondiente.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva