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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Deuteronômio 15:1|
Ten einde van zeven jaren zult gij een vrijlating maken.
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2
|Deuteronômio 15:2|
Dit nu is de zaak der vrijlating, dat ieder schuldheer, die zijn naaste zal geleend hebben, vrijlate; hij zal zijn naaste of zijn broeder niet manen, dewijl men den HEERE een vrijlating heeft uitgeroepen.
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3
|Deuteronômio 15:3|
Den vreemde zult gij manen; maar wat gij bij uw broeder hebt, zal uw hand vrijlaten;
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4
|Deuteronômio 15:4|
Alleenlijk, omdat er geen bedelaar onder u zal zijn; want de HEERE zal u overloediglijk zegenen in het land, dat u de HEERE, uw God, ten erve zal geven, om hetzelve erfelijk te bezitten;
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5
|Deuteronômio 15:5|
Indien gij slechts de stem des HEEREN, uws Gods, vlijtiglijk zult gehoorzamen, dat gij waarneemt te doen al deze geboden, die ik u heden gebiede.
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6
|Deuteronômio 15:6|
Want de HEERE, uw God, zal u zegenen, gelijk als Hij tot u heeft gesproken, zo zult gij aan vele volken lenen; maar gij zult niet ontlenen; en gij zult over vele volken heersen; maar over u zullen zij niet heersen.
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7
|Deuteronômio 15:7|
Wanneer er onder u een arme zal zijn, een uit uw broederen, in een uwer poorten, in uw land, dat de HEERE, uw God, u geven zal, zo zult gij uw hart niet verstijven, noch uw hand toesluiten voor uw broeder, die arm is;
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8
|Deuteronômio 15:8|
Maar gij zult hem uw hand mildelijk opendoen, en zult hem rijkelijk lenen, genoeg voor zijn gebrek, dat hem ontbreekt.
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9
|Deuteronômio 15:9|
Wacht u, dat in uw hart geen Belials-woord zij, om te zeggen: Het zevende jaar, het jaar der vrijlating, naakt; dat uw oog boos zij tegen uw broeder, die arm is, en dat gij hem niet gevet; en hij over u roepe tot den HEERE, en zonde in u zij.
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10
|Deuteronômio 15:10|
Gij zult hem mildelijk geven, en uw hart zal niet boos zijn, als gij hem geeft; want om dezer zake wil zal u de HEERE, uw God, zegenen in al uw werk, en in alles, waaraan gij uw hand slaat.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva