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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Deuteronômio 15:1|
Ten einde van zeven jaren zult gij een vrijlating maken.
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2
|Deuteronômio 15:2|
Dit nu is de zaak der vrijlating, dat ieder schuldheer, die zijn naaste zal geleend hebben, vrijlate; hij zal zijn naaste of zijn broeder niet manen, dewijl men den HEERE een vrijlating heeft uitgeroepen.
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3
|Deuteronômio 15:3|
Den vreemde zult gij manen; maar wat gij bij uw broeder hebt, zal uw hand vrijlaten;
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4
|Deuteronômio 15:4|
Alleenlijk, omdat er geen bedelaar onder u zal zijn; want de HEERE zal u overloediglijk zegenen in het land, dat u de HEERE, uw God, ten erve zal geven, om hetzelve erfelijk te bezitten;
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5
|Deuteronômio 15:5|
Indien gij slechts de stem des HEEREN, uws Gods, vlijtiglijk zult gehoorzamen, dat gij waarneemt te doen al deze geboden, die ik u heden gebiede.
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6
|Deuteronômio 15:6|
Want de HEERE, uw God, zal u zegenen, gelijk als Hij tot u heeft gesproken, zo zult gij aan vele volken lenen; maar gij zult niet ontlenen; en gij zult over vele volken heersen; maar over u zullen zij niet heersen.
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7
|Deuteronômio 15:7|
Wanneer er onder u een arme zal zijn, een uit uw broederen, in een uwer poorten, in uw land, dat de HEERE, uw God, u geven zal, zo zult gij uw hart niet verstijven, noch uw hand toesluiten voor uw broeder, die arm is;
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8
|Deuteronômio 15:8|
Maar gij zult hem uw hand mildelijk opendoen, en zult hem rijkelijk lenen, genoeg voor zijn gebrek, dat hem ontbreekt.
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9
|Deuteronômio 15:9|
Wacht u, dat in uw hart geen Belials-woord zij, om te zeggen: Het zevende jaar, het jaar der vrijlating, naakt; dat uw oog boos zij tegen uw broeder, die arm is, en dat gij hem niet gevet; en hij over u roepe tot den HEERE, en zonde in u zij.
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10
|Deuteronômio 15:10|
Gij zult hem mildelijk geven, en uw hart zal niet boos zijn, als gij hem geeft; want om dezer zake wil zal u de HEERE, uw God, zegenen in al uw werk, en in alles, waaraan gij uw hand slaat.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva