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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Ester 1:1|
Het geschiedde nu in de dagen van Ahasveros, (hij is die Ahasveros, dewelke regeerde van Indie af tot aan Morenland toe, honderd zeven en twintig landschappen).
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2
|Ester 1:2|
In die dagen, als de koning Ahasveros op den troon zijns koninkrijks zat, die op den burg Susan was;
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3
|Ester 1:3|
In het derde jaar zijner regering maakte hij een maaltijd al zijn vorsten en zijn knechten; de macht van Perzie en Medie, de grootste heren en de oversten der landschappen waren voor zijn aangezicht;
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4
|Ester 1:4|
Als hij vertoonde den rijkdom der heerlijkheid zijns rijks, en de kostelijkheid des sieraads zijner grootheid, vele dagen lang, honderd en tachtig dagen.
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5
|Ester 1:5|
Toen nu die dagen vervuld waren, maakte de koning een maaltijd al den volke, dat gevonden werd op den burg Susan, van den grootste tot den kleinste, zeven dagen lang, in het voorhof van den hof van het koninklijk paleis.
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6
|Ester 1:6|
Er waren witte, groene en hemelsblauwe behangselen, gevat aan fijn linnen en purperen banden, in zilveren ringen, en aan marmeren pilaren; de bedsteden waren van goud en zilver, op een vloer van porfier steen, en van marmer, en albast, en kostelijke stenen.
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7
|Ester 1:7|
En men gaf te drinken in vaten van goud, en het ene vat was anders dan het andere vat; en er was veel koninklijke wijn, naar des konings vermogen.
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8
|Ester 1:8|
En het drinken geschiedde naar de wet, dat niemand dwong; want alzo had de koning vastelijk bevolen aan alle groten zijns huizes, dat zij doen zouden naar den wil van een iegelijk.
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9
|Ester 1:9|
De koningin Vasthi maakte ook een maaltijd voor de vrouwen in het koninklijk huis, hetwelk de koning Ahasveros had.
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10
|Ester 1:10|
Op den zevenden dag, toen des konings hart vrolijk was van den wijn, zeide hij tot Mehuman, Biztha, Charbona, Bigtha en Abagtha, Zethar en Charchas, de zeven kamerlingen, dienende voor het aangezicht van den koning Ahasveros,
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Sugestões

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12 de agosto LAB 590
TENTATIVAS
Jeremias 07-09
Gente que fica em cima do muro. Gente que nem é nem deixa de ser. Crente que não tem coragem de largar a igreja, mas também não tem a coragem de deixar de amar o mundo. Conhece pessoas assim? Você sabia que essas pessoas são as mais infelizes do mundo? Porque elas perdem os dois lados da moeda: a oportunidade de curtir os prazeres que o pecado oferece, numa curta e infernal vida, e também a oportunidade de viver eternamente com Deus.
O indivíduo que abre mão de todas as coisas que não são aprovadas pelos princípios bíblicos, apesar de gostar muito de tais coisas, mas por amar, integral e incondicionalmente a Jesus, será recompensado. Viverá eternamente com Deus, curtindo infinitos prazeres. Por outro lado, a pessoa que é honesta o suficiente para admitir a própria insanidade de que esse negócio de Deus e vida eterna não são com ela, perderá o Céu, mas ele viverá a vidinha curta dos prazeres doloridos deste mundo aqui.
Contudo, a pessoa que se engana não praticando as coisas erradas desse mundo, mas guardando-as no coração, é um tipo de pessoa muito tola. E o pior: você e eu corremos esse risco. É exatamente entre o povo de Deus que acontece a síndrome do povo do tempo de Jeremias. Aquele profeta presenciou, muito de perto, tal hipocrisia que acontecia na vida dos seus irmãos, conterrâneos, amigos, pastores, etc. A síndrome da inutilidade da falsa religião era desencadeada de um apego falso ao pensamento de que o templo poderia proteger do comportamento iníquo (Jeremias 7). “Igreja não salva ninguém” é um jargão que deve ser considerado. Só por ter nascido em uma família ortodoxa e ser cadastrado como um membro regular de uma igreja, você acha que será salvo? Ter cargos na igreja pode salvar alguém? Quem carrega consigo essas falsas convicções já está perdido.
O único que pode salvar é Aquele que entra em cenário em Jeremias 7-9. Ele faz de tudo para despertar o povo da sonolência mortífera quanto ao verdadeiro significado da vida religiosa. Deus é capaz de fazer de tudo o possível (e até muitas coisas impossíveis) para salvar-lhe. E nisso entra também a disciplina. O vale da matança (cáp. 7) pode ser ilustrado com uma caixa de batatas da qual você lança fora as podres a fim de ainda salvar as que estão boas. Os castigos do capítulo oito representam as atitudes de um pai que quer moldar o caráter de um filho, fazendo parte, também, do processo educacional. Escute-lhe o suspiro: “Vejam, sou eu que vou refiná-los e prová-los. Que mais posso eu fazer pelo meu povo?”
Valdeci Júnior
Fátima Silva