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Karoli -
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11
|Daniel 8:11|
És a seregnek fejedelméig növekedék, és elvette tõle a mindennapi áldozatot, és elhányattaték az õ szentségének helye.
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12
|Daniel 8:12|
És sereg rendeltetett a mindennapi áldozat ellen, a vétek miatt; és földre veti az igazságot, és cselekszik, és jó szerencséje van."
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13
|Daniel 8:13|
És hallék egy szentet szólni; és monda egyik szent annak, a ki szól vala: Meddig tart e látomás a mindennapi áldozat és a pusztító vétek [felõl?] s a szent hely és a sereg [meddig] tapostatik?"
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14
|Daniel 8:14|
És monda nékem: Kétezer és háromszáz estvéig [és] reggelig, azután kiderül a szenthely igazsága.
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15
|Daniel 8:15|
És lõn, hogy mikor én, Dániel, látám e látomást és keresém az értelmét: ímé elõmbe álla egy férfiúhoz hasonló alak.
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16
|Daniel 8:16|
És emberi szót hallék az Ulai közén; kiálta pedig és monda: Gábriel, értesd meg azzal a látást!"
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17
|Daniel 8:17|
És oda jöve, a hol én állék, és a mint jöve, megrettenék és orczámra esém, és monda nékem: Értsd meg, embernek fia! mert az utolsó idõre szól ez a látomás.
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18
|Daniel 8:18|
És mikor szóla velem, ájultan esém orczámmal a földre; de megillete engem és helyemre állíta;"
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19
|Daniel 8:19|
És monda: Ímé, én megmondom néked, mi lesz a haragnak végén? Mert a végsõ idõre [szól.
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20
|Daniel 8:20|
Az a kétszarvú kos, melyet láttál, Médiának és Persiának királya.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva