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Karoli -
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1
|Daniel 9:1|
Dáriusnak, az Asvérus fiának elsõ esztendejében, a ki a Médiabeliek nemzetségébõl vala, a ki királylyá tétetett vala a Káldeusok országán;"
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2
|Daniel 9:2|
Uralkodásának elsõ esztendejében én, Dániel, megfigyeltem a könyvekben az esztendõk számát, a melyrõl az Úr ígéje lõn Jeremiás prófétához, hogy hetven esztendõnek kell eltelni Jeruzsálem omladékain.
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3
|Daniel 9:3|
És orczámat az Úr Istenhez emelém, hogy keressem [õt] imádsággal, könyörgéssel, bõjtöléssel, zsákban és hamuban.
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4
|Daniel 9:4|
És imádkozám az Úrhoz, az én Istenemhez, és vallást tevék, és mondám: Kérlek, oh Uram, nagy és rettenetes Isten, a ki megtartja a szövetséget és a kegyességet azoknak, a kik õt szeretik és teljesítik az õ parancsolatait.
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5
|Daniel 9:5|
Vétkeztünk és gonoszságot míveltünk, hitetlenül cselekedtünk és pártot ütöttünk ellened, és eltávoztunk a te parancsolataidtól és ítéleteidtõl.
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6
|Daniel 9:6|
És nem hallgatánk a te szolgáidra, a prófétákra, a kik a te nevedben szóltak a mi királyainknak, fejedelmeinknek, atyáinknak és az ország egész népének.
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7
|Daniel 9:7|
Tied Uram az igazság, mienk pedig orczánk pirulása, a mint ez ma van Júda férfiain, Jeruzsálem lakosain és az egész Izráelen, a közel és távol valókon, mindama földeken, a melyekre kivetetted õket az õ gonoszságuk miatt, a melylyel vétkeztek ellened.
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8
|Daniel 9:8|
Miénk, oh Uram, orczánk pirulása, a mi királyainké, fejedelmeinké és atyáinké, a kik vétkeztünk ellened.
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9
|Daniel 9:9|
A mi Urunké Istenünké az irgalmasság és a bocsánat, mert pártot ütöttünk ellene;"
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10
|Daniel 9:10|
És nem hallgattunk az Úrnak, a mi Istenünknek szavára, hogy járjunk az õ törvényeiben, a melyeket elõnkbe adott, az õ szolgái, a próféták által.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva