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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Deuteronômio 13:1|
Mikor te közötted jövendõmondó, vagy álomlátó támad és jelt vagy csodát ád néked;"
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2
|Deuteronômio 13:2|
Ha bekövetkezik is az a jel vagy a csoda, a melyrõl szólott vala néked, mondván: Kövessünk idegen isteneket, a kiket te nem ismersz, és tiszteljük azokat:
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3
|Deuteronômio 13:3|
Ne hallgass efféle jövendõmondónak beszédeire, vagy az efféle álomlátóra; mert az Úr, a ti Istenetek kísért titeket, hogy megtudja, ha szeretitek-é az Urat, a ti Isteneteket teljes szívetekbõl, és teljes lelketekbõl?"
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4
|Deuteronômio 13:4|
Az Urat, a ti Isteneteket kövessétek, és õt féljétek, és az õ parancsolatait tartsátok meg, és az õ szavára hallgassatok, õt tiszteljétek, és õ hozzá ragaszkodjatok.
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5
|Deuteronômio 13:5|
Az a jövendõmondó pedig vagy álomlátó ölettessék meg; mert pártütést hirdetett az Úr ellen, a ti Istenetek ellen, a ki kihozott titeket Égyiptom földébõl, és megszabadított téged a szolgaságnak házából; hogy elfordítson téged arról az útról, a melyet parancsolt néked az Úr, a te Istened, hogy azon járj. Gyomláld ki azért a gonoszt magad közül."
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6
|Deuteronômio 13:6|
Ha testvéred, a te anyádnak fia, vagy a te fiad vagy leányod, vagy a kebleden lévõ feleség, vagy lelki-testi barátod titkon csalogat, mondván: Nosza menjünk és tiszteljünk idegen isteneket, a kiket nem ismertetek sem te, sem atyáid.
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7
|Deuteronômio 13:7|
Ama népek istenei közül, a kik körültetek vannak, közel hozzád vagy távol tõled, a földnek [egyik] végétõl a [másik] végéig:
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8
|Deuteronômio 13:8|
Ne engedj néki, és ne hallgass reá, ne nézz reá szánalommal, ne kíméld és ne rejtegesd õt;"
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9
|Deuteronômio 13:9|
Hanem megölvén megöljed õt; a te kezed legyen elõször rajta az õ megölésére, azután pedig az egész népnek keze."
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10
|Deuteronômio 13:10|
Kövekkel kövezd meg õt, hogy meghaljon; mert azon igyekezett, hogy elfordítson téged az Úrtól, a te Istenedtõl, a ki kihozott téged Égyiptomnak földébõl, a szolgaságnak házából;"
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva