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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Deuteronômio 15:1|
A hetedik esztendõ végén elengedést mívelj.
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2
|Deuteronômio 15:2|
Ez pedig az elengedésnek módja: Minden kölcsönadó ember engedje el, a mit kölcsönadott az õ felebarátjának; ne hajtsa be az õ felebarátján és atyjafián; mert elengedés hirdettetett az Úrért."
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3
|Deuteronômio 15:3|
Az idegenen hajtsd be; de a mid a te atyádfiánál lesz, engedje el [néki] a te kezed."
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4
|Deuteronômio 15:4|
De nem is lesz közötted szegény, mert igen megáld téged az Úr azon a földön, a melyet az Úr, a te Istened ád néked örökségül, hogy bírjad azt.
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5
|Deuteronômio 15:5|
De csak úgy [lesz] [ez], ha hallgatsz az Úrnak, a te Istenednek szavára, megtartván és teljesítvén mind azt a parancsolatot, a melyet én ma parancsolok néked.
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6
|Deuteronômio 15:6|
Mert az Úr, a te Istened megáld téged, a miképen megmondotta néked; és sok népnek adsz zálogos kölcsönt, te pedig nem kérsz kölcsönt, és sok népen fogsz uralkodni, és te rajtad nem uralkodnak."
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7
|Deuteronômio 15:7|
Ha [mégis] szegénynyé lesz valaki a te atyádfiai közül valamelyikben a te kapuid közül a te földeden, a melyet az Úr, a te Istened ád néked: ne keményítsd meg a te szívedet, be se zárjad kezedet a te szegény atyádfia elõtt;"
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8
|Deuteronômio 15:8|
Hanem örömest nyisd meg a te kezedet néki, és örömest adj kölcsön néki, a mennyi elég az õ szükségére, a mi nélkül szûkölködik.
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9
|Deuteronômio 15:9|
Vigyázz magadra, hogy ne legyen a te szívedben valami istentelenség, mondván: Közelget a hetedik esztendõ, az elengedésnek esztendeje; és elfordítsd szemedet a te szegény atyádfiától, hogy ne adj néki; mert õ ellened kiált az Úrhoz, és bûn lesz benned."
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10
|Deuteronômio 15:10|
Bizonyára adj néki, és meg ne háborodjék azon a te szíved, mikor adsz néki; mert az ilyen dologért áld meg téged az Úr, a te Istened minden munkádban, és mindenben, a mire kezedet veted."
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva