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Karoli -
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11
|Ester 9:11|
Azon a napon megtudá a király a Susán várában megöletteknek számát.
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12
|Ester 9:12|
És monda a király Eszter királynénak: Susán várában megöltek a zsidók és megsemmisítettek ötszáz férfiút és Hámán tíz fiát; a király többi tartományaiban mit cselekesznek? Mi a kivánságod? és megadatik néked. És mi még a te kérésed? és meglészen."
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13
|Ester 9:13|
És monda Eszter: Ha a királynak tetszik, engedje meg holnap is a zsidóknak, a kik Susánban laknak, hogy cselekedjenek a mai parancsolat szerint, és Hámán tíz fiát akaszszák fel a fára.
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14
|Ester 9:14|
És szóla a király, hogy úgy tegyenek. És kiadaték a parancs Susánban, és Hámán tíz fiát felakasztották.
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15
|Ester 9:15|
És összegyûltek a zsidók, a kik Susánban valának, Adár havának tizennegyedik napján is, és megölének Susánban háromszáz férfiút; de zsákmányra nem tették rá kezöket."
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16
|Ester 9:16|
És a többi zsidók is, a kik a király tartományaiban voltak, összegyûlének és feltámadtak életökért, és békében maradtak ellenségeiktõl; megölének pedig gyûlölõikbõl hetvenötezeret; de zsákmányra nem tették rá kezöket."
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17
|Ester 9:17|
[Történt ez] az Adár hónapjának tizenharmadik napján, és megnyugovának a tizennegyedik napon, és tették azt vigalom és öröm napjává.
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18
|Ester 9:18|
De a zsidók, a kik Susánban valának, egybegyûlének azon [hónap] tizenharmadik és tizennegyedik napján, és megnyugovának azon [hónap] tizenötödik napján, és azt tették vigalom és öröm napjává.
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19
|Ester 9:19|
Azért a vidéki zsidók, a kik kerítetlen falvakban laktak, Adár hónapjának tizennegyedik napját tették öröm és vigalom [napjá]vá és ünneppé, a melyen ajándékokat küldözgetnek egymásnak.
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20
|Ester 9:20|
És megírá Márdokeus e dolgokat, és leveleket külde minden zsidónak, a ki Ahasvérus király minden tartományában, közel és távol, vala.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva