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Karoli -
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1
|Ester 2:1|
Ezek után, a mint megszünt Ahasvérus király haragja, megemlékezék Vástiról, és arról a mit cselekedett, és arról a mit végeztek felõle.
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2
|Ester 2:2|
És mondának a király apródai, a kik néki szolgálának: Keressenek a királynak szép ábrázatú szûz leányokat.
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3
|Ester 2:3|
És rendeljen a király tiszteket országának minden tartományába, a kik gyûjtsenek össze minden szép ábrázatú szûz leányt Susán várába, az asszonyok házába, Hégainak, a király kamarásának, az asszonyok õrzõjének keze alá, és adjanak nékik szépítõ szereket.
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4
|Ester 2:4|
És az a leány, a ki tetszik a király szemeinek, uralkodjék Vásti helyett. És tetszett a dolog a királynak, és úgy cselekedék.
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5
|Ester 2:5|
Vala egy zsidó férfiú Susán várában, a kinek neve Márdokeus, Jáirnak fia, a ki Simei fia, a ki Kis fia, Benjámin nemzetségébõl,
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6
|Ester 2:6|
A ki Jeruzsálembõl fogva vitetett el a számûzött néppel, a mely elvitetett Jekóniással, Júda királyával együtt, a kit rabságba vitt el Nabukodonozor, babilóniai király.
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7
|Ester 2:7|
És ez gondviselõje volt Hadassának, azaz Eszternek az õ nagybátyja leányának; mert sem atyja, sem anyja nem volt, és a leány szép alakú és szép ábrázatú vala, s mikor meghalt az õ atyja és anyja, Márdokeus leánya gyanánt magához fogadá."
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8
|Ester 2:8|
Lõn pedig, mikor a király parancsa és rendelete kihirdettetett és sok leány gyûjtetett Susán várába, Hégai keze alá, akkor felvétetett Eszter is a király házába, Hégainak, az asszonyok õrének keze alá.
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9
|Ester 2:9|
És tetszett a leány az õ szemeinek és kegyébe fogadá, és siete néki szépítõ szereket adni, és kiadni az õ részét és hét leányzót, a kit néki a király házából kelle kiszemelni, és vivé õt és az õ szolgálóleányait az asszonyok legjobb házába.
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10
|Ester 2:10|
Meg nem mondá Eszter az õ nemzetségét és származását; mert Márdokeus meghagyta néki, hogy meg ne mondja."
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva