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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Gênesis 25:1|
Ábrahám pedig ismét võn magának feleséget, kinek neve Ketúráh vala.
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2
|Gênesis 25:2|
És az szûlé néki Zimránt, Joksánt, Médánt, Midiánt, Isbákot és Suakhot.
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3
|Gênesis 25:3|
Joksán pedig nemzé Sébát, és Dédánt. Dédánnak pedig fiai valának: Assurim, Letúsim és Leummim.
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4
|Gênesis 25:4|
S Midiánnak fiai: Éfah, Éfer, Hánok, Abida és Eldaah: Mind ezek Ketúráhnak fiai.
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5
|Gênesis 25:5|
Valamije pedig Ábrahámnak vala, mindazt Izsáknak adta vala.
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6
|Gênesis 25:6|
Az ágyasok fiainak pedig, a kik Ábraháméi valának, ada Ábrahám ajándékokat, és elküldé azokat az õ fia mellõl, Izsák mellõl még éltében napkelet felé, napkeleti tartományba.
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7
|Gênesis 25:7|
S ezek Ábrahám élete esztendeinek napjai, melyeket élt: száz hetvenöt esztendõ.
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8
|Gênesis 25:8|
És kimúlék és meghala Ábrahám, jó vénségben, öregen és betelve az [élettel], és takaríttaték az õ népéhez.
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9
|Gênesis 25:9|
És eltemeték õt Izsák és Ismáel az õ fiai a Makpelá barlangjában, Efronnak, a Khitteus Czohár fiának mezejében, mely Mamré átellenében van.
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10
|Gênesis 25:10|
Abban a mezõben, melyet Ábrahám a Khéth fiaitól vett vala: ott temettetett el Ábrahám és az õ felesége Sára.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva