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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Gênesis 43:1|
Az éhség pedig elhatalmazott vala az országon.
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2
|Gênesis 43:2|
És lõn mikor fogytán vala az eleség, melyet Égyiptomból hoztak vala, monda nékik az õ atyjok: Menjetek el ismét, vegyetek nékünk egy kevés eleséget.
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3
|Gênesis 43:3|
És felele néki Júda, mondván: Erõsen fogadkozék az a férfiú, mondván: Színem elé ne kerûljetek, ha veletek nem lesz a ti atyátokfia.
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4
|Gênesis 43:4|
Ha azért elbocsátod velünk a mi öcsénket, elmegyünk, és veszünk néked eleséget;"
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5
|Gênesis 43:5|
Ha pedig el nem bocsátod, nem megyünk, mert az a férfiú megmondá nékünk: Színem elé ne kerûljetek, ha a ti atyátokfia veletek nem lesz.
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6
|Gênesis 43:6|
És monda Izráel: Miért cselekedtetek gonoszul velem, hogy megmondtátok annak a férfiúnak, hogy még van egy öcsétek?
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7
|Gênesis 43:7|
Azok pedig mondának: Nagyon tudakozódék az a férfiú felõlünk és nemzetségünk felõl, mondván: Él-é még atyátok? van-é még testvéretek? És mi kérdéseihez képest feleltünk néki. Avagy tudhattuk-é mi, hogy azt mondja: Hozzátok ide a ti atyátokfiát?
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8
|Gênesis 43:8|
És monda Júda Izráelnek, az õ atyjának: Bocsásd el azt a fiút én velem, és mi azonnal felkelünk és elmegyünk, hogy éljünk és meg ne haljunk se mi, se te, se a mi gyermekeink.
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9
|Gênesis 43:9|
Én leszek kezes érette, az én kezembõl kérd elõ. Ha vissza nem hozom õt hozzád, és elõdbe nem állítom õt, mind éltig bûnös legyek elõtted.
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10
|Gênesis 43:10|
Bizony ha nem késlekedünk vala, ez ideig már kétszer is megjöhettünk volna.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva