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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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19
|Gênesis 23:19|
Azután eltemeté Ábrahám az õ feleségét Sárát a Makpelá mezejének barlangjába Mamréval szemben. Ez Hebron a Kanaán földén.
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20
|Gênesis 23:20|
Így erõsítteték meg a mezõ és a benne lévõ barlang Ábrahámnak temetésre való örökségûl a Khéth fiaitól.
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1
|Gênesis 24:1|
Ábrahám pedig vén élemedett [ember] vala, és az Úr mindenben megáldotta vala Ábrahámot.
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2
|Gênesis 24:2|
Monda azért Ábrahám az õ háza öregebb szolgájának, a ki õnéki mindenében gazda vala: Tedd a kezed tomporom alá!
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3
|Gênesis 24:3|
Hogy megeskesselek téged az Úrra, a mennynek Istenére, és a földnek Istenére, hogy nem vészesz feleséget az én fiamnak a Kananeusok leányai közûl, a kik között lakom.
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4
|Gênesis 24:4|
Hanem elmégysz az én hazámba, és az én rokonságim közé és [onnan] vészesz feleséget az én fiamnak Izsáknak.
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5
|Gênesis 24:5|
Monda pedig õnéki a szolga: Hátha az a leányzó nem akar velem eljõni e földre, ugyan vissza vigyem-é a te fiadat arra a földre, a honnan kijöttél vala?
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6
|Gênesis 24:6|
Felele néki Ábrahám: Vigyázz, az én fiamat oda vissza ne vidd.
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7
|Gênesis 24:7|
Az Úr az égnek Istene, ki engemet kihozott az én atyámnak házából, és az én rokonságimnak földérõl, a ki szólt nékem, és megesküdött nékem mondván: A te magodnak adom ezt a földet; elbocsátja az õ Angyalát te elõtted, hogy onnan végy az én fiamnak feleséget."
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8
|Gênesis 24:8|
Hogyha pedig nem akar a leányzó teveled eljõni, ment lészesz az én esketésem alól; csakhogy az én fiamat oda vissza ne vidd."
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva